No DF, Celina Leão (PP) lidera com 42% no cenário sem Arruda; Grass (PT) tem 23%
Por Carta Capital — Carta Capital
Menu
O ex-governador José Roberto Arruda (PSD) está fora da disputa ao ter o registro de candidatura rejeitado pelo TSE nesta quinta
A mais recente pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira 24 mostra que a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), candidata à reeleição, lidera a disputa no cenário sem a presença de José Roberto Arruda (PSD). Nesse recorte, ela soma 42% das intenções de voto, enquanto Leandro Grass (PT) aparece, em seguida, com 23%.
O ex-governador José Roberto Arruda (PSD), condenado por improbidade no caso da operação Caixa de Pandora, teve o registro de candidatura rejeitado pelo TSE nesta quinta.
Na pesquisa anterior, divulgada em 11 de setembro, Celina tinha 45% das intenções contra 19% de Grass, no mesmo cenário sem Arruda.
Ainda de acordo com o Datafolha, Paula Belmonte (PSDB) é a terceira colocada na disputa ao governo do DF com 7% das intenções.
Na sequência, Cappelli (PSB) aparece com 5% e Professora Samara Mineiro (UP) acumula 2% dos votos declarados no levantamento.
Professor Robson Raymundo (PSTU) e Kiko Caputo (Novo) têm 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram.
Outros 6% dos eleitores responderam que pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 11% estão indecisos.
Arruda, que agora está fora da disputa, teria agora 18% das intenções. Mesmo num cenário com o ex-governador, Celina ainda lidera, com 37% . Já o petista Leandro Grass fica com 21%.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O Datafolha entrevistou 910 eleitores no DF entre terça-feira (22) a esta quinta-feira (24). O levantamento, encomendado pela Folha e TV Globo, foi registrado com os códigos DF-01888/2026 e BR-06769/2026 no TSE.
Com Arruda fora, a pesquisa simulou o cenário de segundo turno entre Celina e Grass.
A atual governadora aparece com 53% das intenções de voto, enquanto o petista acumula 34%. Na pesquisa anterior, ela apresentava 56%, contra 30% de Grass.
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Desenvolvido por OKN Technology Agency
Fonte: Carta Capital