Por Paulo EmilioBrasil 247

247 – Um drone não identificado foi abatido pela polícia judicial do Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (15), enquanto a Corte realizava uma sessão extraordinária para analisar a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

Segundo a coluna de Matheus Leitão, no Metrópoles, o equipamento sobrevoava os arredores do prédio do STF, localizado na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Drone sobrevoava área do Supremo

De acordo com a polícia judicial do STF, o drone foi derrubado após ser identificado nas proximidades da sede da Corte. O episódio ocorreu em um dia de forte mobilização de segurança no centro do poder em Brasília.

A sessão extraordinária do Supremo foi convocada para tratar do caso das supostas trocas de mensagens entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. O julgamento atraiu atenção política e institucional, elevando o nível de vigilância na região.

Sessão sobre Moraes mobilizou segurança

A Esplanada dos Ministérios amanheceu sob esquema especial nesta terça-feira. A Polícia Militar do Distrito Federal bloqueou o acesso à Praça dos Três Poderes e a áreas próximas, em razão da sessão no STF.

Também houve restrição de estacionamento em trechos das vias S1 e S2, que ficam no entorno dos prédios públicos da Esplanada. As medidas foram adotadas para controlar a circulação de pessoas e veículos nas imediações do Supremo.

Esplanada teve bloqueios e restrições

O abatimento do drone reforçou o clima de alerta na região, que já estava sob monitoramento por causa da sessão extraordinária. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a origem do equipamento nem sobre seu operador.

O caso ocorre em meio à análise, pelo STF, de um tema sensível envolvendo Moraes, ministro que tem sido alvo de pressões políticas e jurídicas nos últimos anos. A Corte avalia se abre investigação relacionada às supostas mensagens atribuídas ao magistrado e a Vorcaro.

A operação de segurança na Esplanada foi mantida ao longo do dia, com atuação da PMDF e da polícia judicial do Supremo.

Fonte: Brasil 247

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