Capixaba conta no Instagram a história do voto feminino no Brasil
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Publicado em 01 de Outubro de 2026 às 15:32
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Procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), ex-procuradora-geral de Justiça e professora de Direito aposentada da Ufes, Catarina Cecin Gazele lançou uma série especial de vídeos no Instagram (@catarinacecin) sobre a história do voto feminino no Brasil.
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A série tem cinco episódios no total, veiculados diariamente. O primeiro vídeo foi ao ar nesta quarta-feira (30/9) e o encerramento da série está previsto para este domingo (4), dia das eleições, conectando a trajetória histórica do sufrágio feminino com a importância do exercício da democracia e da representatividade nas urnas.
“Muitas pessoas acreditam que o voto feminino surgiu do nada em 1932, mas a história é feita de pioneirismo e coragem. Poucos sabem, por exemplo, que o Rio Grande do Norte saiu na frente de todo o país ao aprovar uma lei estadual, ainda em 1927, permitindo o voto das mulheres”, lembra Catarina Gazele.
Ela destaca também a participação do Espírito Santo na conquista desse direito das mulheres. “Da mesma forma, precisamos resgatar a memória das capixabas que fizeram história, como Emiliana Emery Viana, de Alegre, que em 1929 conquistou na Justiça o direito de votar, tornando-se a terceira mulher do Brasil a obter o título eleitoral”.
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Pioneira em diversas frentes, Catarina Gazele tem doutorado em História pela Ufes e carrega em sua trajetória marcos fundamentais para a presença feminina nos espaços de poder. Foi a primeira mulher a chefiar o MPES, sendo a primeira procuradora-geral de Justiça da Região Sudeste do Brasil.
Destaca-se pela defesa da aplicação da perspectiva de gênero no Sistema de Justiça e em diversos segmentos da sociedade. Atualmente, ocupa a vice-presidência nacional da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ) e a Coordenação da Comissão Permanente de Direitos Humanos e Violência de Gênero contra as Mulheres da Federação Internacional de Mulheres de Carreira Jurídica (FIFCJ).
Entender esses caminhos [a história do voto feminino] é fundamental para reconhecermos que a nossa presença na política foi conquistada a passos firmes e que o voto é uma das nossas ferramentas mais potentes de transformação
Catarina Cecília Gazele Procuradora de Justiça do MPES
Pioneira em diversas frentes, Catarina Gazele tem doutorado em História pela Ufes e carrega em sua trajetória marcos fundamentais para a presença feminina nos espaços de poder. Foi a primeira mulher a chefiar o MPES, sendo a primeira procuradora-geral de Justiça da Região Sudeste do Brasil.
Destaca-se pela defesa da aplicação da perspectiva de gênero no Sistema de Justiça e em diversos segmentos da sociedade. Atualmente, ocupa a vice-presidência nacional da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ) e a Coordenação da Comissão Permanente de Direitos Humanos e Violência de Gênero contra as Mulheres da Federação Internacional de Mulheres de Carreira Jurídica (FIFCJ).
Série de vídeos: A História do Voto Feminino no Brasil
Onde assistir: Instagram @catarinacecin
Conteúdo: 5 vídeos sobre a trajetória do sufrágio feminino e democracia
Leonel Ximenes
Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo.
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