Por Sérgio Spagnuolo — Núcleo Jornalismo

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Vibe coding eleitoral

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A revolução será ‘vibe codada’

Posso falar apenas por mim: ao contrário das anteriores, eu não vi nenhuma propaganda eleitoral na TV nessas eleições. Nenhuma. Zero. Mas eu suspeito que muita gente está na mesma situação: camadas da população que vão direto para streaming, pras redes sociais ou simplesmente deixaram de consumir TV aberta. O peso eleitoral da TV não é mais o mesmo.

Seja qual for o resultado das urnas no segundo turno (25.out.2026), as Eleições de 2026 solidificaram, mais do que nunca, o papel das redes sociais na mobilização popular, uma ascensão desse meio que temos testemunhado há quase duas décadas. Mesmo que isso não seja notícia nova, pelo menos corrobora uma tendência.

Mas esse ciclo eleitoral também trouxe uma novidade: o vibe coding agora também faz parte da articulação eleitoral, com projetos vindo principalmente de apoiadores entusiastas, em vez de nascerem nas próprias campanhas, ainda ancoradas na TV e no jeito antigo de fazer política. Imagine a cabeça do Lula tentando entender pra que serve um buzinaço no Roblox.

Fonte: Núcleo Jornalismo

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