Lula alerta que Flávio Bolsonaro quer levar ao Brasil modelo de Milei

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Por Dayane Santos — Brasil 247

247 – Em postagem nas redes sociais, o presidente Lula criticou a proposta econômica da cmpanha de Flávio Bolsonaro e afirmou que o senador pretende reproduzir no Brasil medidas adotadas pelo argentino Javier Milei. Lula associou o modelo argentino à redução de direitos trabalhistas, ao aumento da jornada de trabalho, ao desemprego e ao empobrecimento da população.

“Flávio Bolsonaro quer importar para o Brasil o modelo de Milei. Lá, isso significou menos direitos, jornadas de trabalho de até 12 horas, desemprego e pobreza nos maiores níveis e aposentados prejudicados. É esse o futuro que ele quer para o trabalhador brasileiro?”, escreveu o presidente.

O vídeo publicado junto à mensagem apresenta exemplos das medidas adotadas pelo governo argentino e de seus efeitos sociais. Entre os episódios citados estão os vetos de Javier Milei a um aumento das aposentadorias e a um projeto de lei que ampliava a proteção às pessoas com deficiência, propostas que haviam sido aprovadas pelo Congresso argentino em julho.

Flávio Bolsonaro quer importar para o Brasil o modelo de Milei.

Lá, isso significou menos direitos, jornadas de trabalho de até 12 horas, desemprego e pobreza nos maiores níveis e aposentados prejudicados.

É esse o futuro que ele quer para o trabalhador brasileiro? pic.twitter.com/LSWf8hXr5G

— Lula (@LulaOficial) October 11, 2026

A gravação também aborda a descoberta de grandes volumes de alimentos armazenados próximos do vencimento em um cenário de pobreza elevada. O material relaciona a situação social à crise enfrentada pelo governo Milei e destaca o avanço da pobreza durante seu mandato.

Outro ponto central é a reforma trabalhista promovida pelo presidente argentino, aprovada pelo Senado. Segundo o vídeo, as mudanças incluem a possibilidade de jornadas de até 12 horas diárias e a redução das indenizações em casos de demissão. A peça também aponta a sobrecarga dos trabalhadores: quase um em cada três trabalharia mais de 45 horas por semana, diante da insuficiência dos salários para cobrir as despesas.

Fonte: Brasil 247

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