Candidato à reeleição, Marcos do Val defende uso de IA no combate à criminalidade
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Publicado em 30 de Setembro de 2026 às 11:47
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Candidato à reeleição, o senador Marcos do Val (Avante) afirmou que a inteligência artificial pode ser “configurada e trabalhada” para auxiliar no combate a crimes e que é preciso ver as vantagens da tecnologia, sem frear seus avanços.
“Hoje, na maior plataforma de inteligência artificial, se você demandar ou disser que está com a sensação de querer tirar a própria vida, a própria inteligência artificial automaticamente já comunica [esse fato] aos órgãos de segurança. Se você estiver ali procurando como se faz um explosivo, ela automaticamente já comunica os órgãos de inteligência”, disse o parlamentar.
Para o candidato nas Eleições 2026, “a tecnologia e a inovação são tendências do ser humano, não tem como voltar”. A declaração foi dada durante sabatina realizada por A Gazeta e CBN Vitória nesta quarta-feira (30), na sede da Rede Gazeta, na Capital.
Marcos do Val ainda citou outros exemplos de uso das tecnologias na área da segurança pública, que, segundo ele, podem proporcionar bons resultados. Um deles seria o uso para proteger mulheres vítimas de violência doméstica por meio de aplicativos que comunicam as forças de segurança em caso de risco à integridade feminina.
Apesar de defender a IA, o parlamentar afirmou ainda que é necessário discutir sobre o tema, porque “tudo que é novo e moderno é para se discutir”. “Mas não para se discutir de forma a restringir que esse conhecimento evolua, mas com responsabilidade”, disse ele.
A Gazeta e a CBN Vitória realizaram a sequência de sabatinas com candidatos ao Senado entre os dias 14 e 18 de setembro. Participaram na ocasião os candidatos que alcançaram 5% ou mais na última pesquisa de intenção de voto estimulado da Quaest antes do início da rodada.
Para todos os candidatos, foi usada a totalização dos votos. Nessa conta, o candidato Marcos do Val estava na sétima colocação, com quatro pontos percentuais. Por isso, foi habilitado para a entrevista gravada de três minutos e não a entrevista ao vivo de 40 minutos.
O candidato discordou do corte que foi feito e reivindicou na Justiça Eleitoral o direito de participar considerando que, como há dois votos para o Senado, em um dos votos, ele alcançou pelo menos 5%.
A Justiça concordou com o argumento do candidato e, por isso, ele foi entrevistado nesta quarta (30), atendendo a uma determinação do Tribunal Regional Eleitoral
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