Votar continua sendo a melhor opção para a sua vida
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Publicado em 02 de Outubro de 2026 às 05:00
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Se você quer uma escola pública melhor para o seu filho, se acha que o tempo de espera por um exame na rede pública de saúde precisa ser menor, se exige um transporte público mais eficiente e seguro, se sonha caminhar pelas ruas sem medo de ser vítima de um crime, o próximo domingo (4) não pode ser tratado como um dia ordinário.
Porque esses desejos e anseios, que são apenas alguns entre tantos outros, não são resolvidos num passe de mágica, eles necessariamente precisam da participação ativa da sociedade com o voto. Por mais que persistam o cansaço e a desilusão com o nível da política praticada no país, esse rito do voto precisa ser valorizado, sobretudo em um país que coleciona em sua história intervalos de autoritarismo. Não há caminho fora da política, ela precisa ser aprimorada. E seu voto pode fazer isso.
O Espírito Santo em que vivemos e o Brasil que nos abriga merecem um destino pautado pelas decisões objetivas. Foi justamente esse o ponto que defendemos nas últimas semanas neste espaço, ao trazer sobretudo as questões que têm impacto na realidade capixaba, como sugestão aos candidatos que almejam o Palácio Anchieta, a Assembleia Legislativa e o Congresso Nacional. Com a Presidência da República, é claro, também no horizonte.
Tudo se mistura e tudo afeta o cidadão: os encaminhamentos da reforma tributária gestada nacionalmente vão exigir um reordenamento fiscal no Espírito Santo, além de uma reconfiguração da economia capixaba, buscando diversificação. As demandas de infraestrutura e a logística devem ser resolvidas para promover competitividade.
Essas decisões não estão distantes das pessoas, porque afetam as entregas na ponta, que dependem de impostos e geração de riquezas. Você precisa se preocupar com os destinos econômicos do estado e do país, porque tudo se relaciona com a sua vida. Mais oportunidades se refletem em mais empregos, mais estímulos ao empreendedorismo. E menos desigualdades sociais e, consequentemente, menos criminalidade.
Virar as costas para as eleições não faz os problemas desaparecerem, a tendência é o contrário disso. E esse ato cívico não se encerra na cabine de votação, ele tem prosseguimento na cobrança de resultados, pelas vias institucionais. A democracia se faz todo dia, com um desejo permanente de mudança que começa ao apertar os números na urna eletrônica.
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