“Volta para a população”, diz Bruno Peixoto sobre R$ 550 milhões devolvidos pela Alego para obras em Goiás
Por Bruna Ariadne — Jornal Opção

A devolução de R$ 550 milhões ao Tesouro Estadual e a evolução dos índices de transparência estão entre os resultados apresentados pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) durante a presidência de Bruno Peixoto (UB). Anunciado em maio de 2026, o repasse reúne recursos economizados do orçamento da Casa e, segundo o Legislativo, é o maior já destinado pela instituição ao Executivo.
O dinheiro deve financiar obras de infraestrutura em Goiás, com prioridade para a duplicação de rodovias estaduais. Entre as ligações anunciadas estão Goiânia–Nova Veneza, Goiânia–Orizona e Bela Vista de Goiás–Catalão.
Economia no orçamento
Os R$ 550 milhões são provenientes do duodécimo, repasse destinado ao custeio das atividades da Assembleia. De acordo com a Casa, a economia foi obtida com revisão de contratos, mudanças na gestão da frota e redução das despesas de funcionamento.
O montante supera os valores devolvidos nos primeiros anos da atual gestão. Em 2023, a Assembleia repassou mais de R$ 13 milhões ao Estado. No ano seguinte, a devolução ultrapassou R$ 18 milhões.
Bruno Peixoto defende que a economia no Legislativo permita ampliar os investimentos em serviços e obras para a população.
“O dinheiro que economizamos na Assembleia volta para a população em investimentos que melhoram a vida dos goianos”, afirmou.
Três anos com Selo Diamante
Na avaliação de transparência, a Alego alcançou 99,85% em 2025 e recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Diamante do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), a classificação mais alta concedida pelo programa.
O indicador apresentou crescimento ao longo do período. Em 2023, primeiro ano de Bruno Peixoto na presidência, a Assembleia atingiu 97,36% e ficou em primeiro lugar entre os legislativos estaduais brasileiros. Em 2024, o índice subiu para 99,67%.
A avaliação considera a divulgação de informações públicas, a facilidade de acesso aos dados institucionais e o cumprimento das exigências de transparência.
Controle interno e gestão de riscos
Segundo a Assembleia, os resultados acompanham medidas como digitalização de processos, controle de despesas e aprimoramento dos procedimentos internos.
Ao fim de 2025, a instituição também concluiu o mapeamento de riscos de todas as suas unidades, conforme balanço do Comitê Central de Compliance. O levantamento integra os mecanismos de controle da administração.
“Temos trabalhado com muita responsabilidade, buscando economizar cada recurso público e, ao mesmo tempo, garantir uma gestão transparente e eficiente”, declarou Bruno Peixoto.
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Fonte: Jornal Opção