Quaest: saiba as intenções de voto para governador em BA, SE, RS, SC, GO, AM, RO e AP
Por CartaCapital — Carta Capital
Menu
A divulgação dos levantamentos ocorre a dez dias do primeiro turno
O instituto Quaest divulgou, nesta quinta-feira 24, novas pesquisas de intenção de voto para os governos de oito estados.
Confira os resultados das projeções de primeiro turno:
Bahia:
Foram 900 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é BA-01850/2026.
Sergipe:
Foram 804 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é SE-09343/2026.
Rio Grande do Sul:
Cenário 1:
Cenário 2, cem Cesar Pontes:
Foram 900 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é RS-01390/2026.
Santa Catarina:
Foram 804 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é SC-04783/2026.
Goiás:
Foram 804 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é GO-01667/2026.
Amazonas:
Foram 804 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é BR-08101/2026.
Rondônia:
Foram 804 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é RO-08556/2026.
Amapá:
Foram 804 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é AP-02117/2026.
CartaCapital
Há 32 anos, a maior referência progressista em jornalismo no Brasil.
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Desenvolvido por OKN Technology Agency
Fonte: Carta Capital