Milei e Netanyahu parabenizam Flávio Bolsonaro; Trump troca Brasil por Índia em postagem

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Por CartaCapital — Carta Capital

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O presidente dos EUA citou a rapidez da apuração no Brasil para atacar o sistema de votação do próprio país

A liderança de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno da eleição presidencial do Brasil no domingo 4 empolgou alguns dos principais nomes da extrema-direita global, que se manifestaram nas redes sociais.

O presidente da Argentina, Javier Milei, postou na rede social X uma foto ao lado de Flávio, a quem chamou de “querido amigo” e deu os parabéns “por esta eleição histórica contra o comunista Lula”.

“O continente americano é dos cidadãos que querem viver em liberdade”, escreveu ainda o argentino. “Espero que em breve possamos começar a trabalhar juntos para que a Argentina e o Brasil continuem sendo grandes parceiros comerciais, culturais e políticos. As oportunidades para nossas nações, trabalhando juntos, são infinitas”.

Quem também se manifestou nas redes sociais foi o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A conta oficial do gabinete do governo israelense citou fala do líder, que também chamou Flávio de “amigo”.

“Parabéns @FlavioBolsonaro pela votação de ontem e boa sorte no segundo turno. Estou ansioso para restaurar a extraordinária amizade entre Israel e o Brasil. Melhores votos por sua grande vitória”, disse.

O presidente dos EUA, Donald Trump, preferiu não manifestar apoio a Flávio, mas não deixou de falar sobre as eleições brasileiras. Ele usou sua rede, a Truth Social, para destacar a rapidez da apuração dos votos no País e atacar o sistema eleitoral dos EUA, embora tenha cometido um ato falho: primeiro, falou que a votação tinha acontecido na Índia. Depois corrigiu o texto.

“125 milhões de pessoas votaram hoje [domingo] no primeiro turno das eleições presidenciais do Brasil. Os resultados saíram logo depois do fim da votação no mesmo dia”, destacou Trump, em mensagem que pode ter incomodado os bolsonaristas que atacam as urnas eletrônicas.

“Em Detroit, Filadélfia, Califórnia e outros vários estados e cidades dos EUA, os resultados, com números muito menores, às vezes demoram semanas para serem fraudados, ou melhor, calculados. A eleição nos EUA é corrupta”, disparou.


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Fonte: Carta Capital

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