Escravista, Flávio faz demagogia que votará o fim da 6×1 mas defende a 7×0

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Por Redação — Esquerda Diário

Flávio Bolsonaro sempre se opôs ao fim da escala 6×1. Defende a escala 7×0, e o regime de trabalho mais explorador dentro do capitalismo: o pagamento por hora trabalhada. Por isso, é preciso manter firme a mobilização pelo fim da escala 6×1, sem redução salarial e sem subsídios para os patrões, e garantir que não haja nenhum voto em Flávio Bolsonaro!

Flávio Bolsonaro sempre se opôs ao fim da escala 6×1. Defende a escala 7×0, e o regime de trabalho mais explorador dentro do capitalismo: o pagamento por hora trabalhada. É o que estipula e permite a nefasta reforma trabalhista de Michel Temer, aprovada em 2017 e mantida de pé por todos os governos desde então. E agora, faz demagogia dizendo que “vai votar contra a escala 6×1”, quando está fazendo de tudo para preservar e aprofundar a precarização do trabalho.

A demagogia tem endereço: Flávio sabe que mais de 70% da população defende o fim da escala 6×1, e quer mais direitos, mais dias de folga, sem perder a vida no trabalho. Trata-se de um estelionato eleitoral claro, que fica mais evidente quando vemos que foi seu pai, Jair, que em conversa o convenceu a dispor desse engano. Jair sempre foi contra o fim da 6×1.

Flávio, este demagogo de extrema direita está com medo da reação popular e dos trabalhadores quando virem que é contrário ao fim da 6×1, e quer esconder isso agora, acreditando que, na eventualidade de ser eleito, pode desfazer a aprovação e contorná-la por outras vias institucionais, inclusive pelos próprios dispositivos da reforma trabalhista de Temer, seu apoiador.

Flávio defende a 7×0 e o pagamento por hora trabalhada. Este é o meio mais extraordinário da exploração do trabalho no capitalismo (tanto assim que é utilizado nos Estados Unidos, o coração da besta imperialista). Como dizem João Renda Leal Fernandes e Cássio Casagrande, “Tomemos a lógica da PEC 12/2026, em discussão no Senado, e façamos uma conta simples, de forma ilustrativa. Com o salário mínimo nacional de R$ 1.621 em 2026, o parâmetro salarial mínimo por hora é de aproximadamente R$ 7,37. Pela lógica da proposta, o trabalhador “livre” a quem o patrão oferecer 100 horas no mês levará para casa, a título de salário, R$ 737.”

Essa é sua proposta: esfolar os trabalhadores. Ele já declarou, por exemplo, que o fim da escala 6×1 deve envolver compensações financeiras dos cofres públicos aos patrões. Ou seja, é o próprio povo quem vai pagar a conta.

Por isso, é preciso manter firme a mobilização pelo fim da escala 6×1, sem redução salarial e sem subsídios para os patrões, e garantir que não haja nenhum voto em Flávio Bolsonaro! Chega de moderação, de conciliação e de confiar em alianças com a direita supostamente democrática ou apenas nos caminhos institucionais para resolver os problemas dos trabalhadores, da juventude e do povo pobre!

Ver aqui: Greve geral já pelo fim da escala 6×1: a chave para derrotar Flávio Bolsonaro e os escravistas

Fonte: Esquerda Diário

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