Brasileiros à prova da teoria financeira, ‘Pix MEI’, o renascimento do Magalu e o que mais mexe com o seu bolso hoje

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Por Julia Wiltgen — Seu Dinheiro

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A teoria financeira diz que investimentos com maior risco também precisam dar maiores retornos e que, quanto mais prazo você tem para investir, mais risco deveria ter na carteira, em busca de rentabilidades melhores. Afinal, no longo prazo, os riscos se diluem e a volatilidade acaba compensada.

Esses são conceitos básicos de investimentos, empregados não apenas pelas pessoas físicas que visam construir um patrimônio como também pela indústria de previdência privada.

Todo um segmento surgiu baseado neles: os fundos de previdência data-alvo, que vão reduzindo os riscos da carteira com o tempo, à medida que o investidor chega perto da data da aposentadoria.

Contudo, embora sejam a categoria de previdência privada mais popular do mundo, no Brasil os fundos data-alvo não fizeram sucesso. Pelo contrário, a indústria precisou fazer o caminho oposto e criar uma espécie de “anti-data-alvo”.

A repórter Monique Lima explica como funcionam as previdências data-alvo, por que os brasileiros torcem o nariz para a modalidade e quais as soluções encontradas pelas entidades de previdência para atender ao gosto do investidor local.

Esquenta dos mercados

O cenário político do Brasil segue no centro das discussões desta quarta-feira (14), com destaque para a nova rodada da pesquisa eleitoral Quaest sobre as intenções de votos no segundo turno.

Os investidores locais também acompanham de perto a votação da PEC do fim da escala 6×1 no Senado.

Já no exterior, o destaque da agenda econômica fica por conta dos dados de inflação ao consumidor (CPI) dos EUA. O indicador pode influenciar as expectativas para a trajetória dos juros norte-americanos.

Enquanto os investidores aguardam a publicação, Wall Street amanhece em clima de cautela, com os futuros de Nova York caminhando em direções opostas.

Além da agenda econômica, os mercados voltam a sentir pressão nos preços do petróleo, que registram alta nesta manhã.

A commodity ganha fôlego após a Agência Internacional de Energia (AIE) avaliar, em relatório divulgado hoje, que a demanda global deve cair mais do que o previsto neste ano por conta da guerra com o Irã.

Nesse cenário de cautela nos mercados globais, as bolsas asiáticas fecharam o pregão desta quarta-feira majoritariamente em queda.

Já na Europa, os principais índices da região amanhecem em alta, impulsionados pelo setor de tecnologia.

Por lá, o bom humor com o segmento vem na esteira dos resultados e projeções fortes da ASML, maior fabricante mundial de equipamentos para a produção de chips.

Outros destaques do Seu Dinheiro

DINHEIRO NA MÃO DO MEI
‘Pix MEI’ de R$ 5 mil e perdão de dívidas que somam R$ 12,6 bilhões: entenda o pacote anunciado pelo governo Lula. A gestão do presidente anunciou na terça-feira (13) o “Prospera MEI”, programa com o objetivo de aliviar as dificuldades financeiras dos pequenos empreendedores.

NOVO CALENDÁRIO
O outono virou o novo verão: o que é “fallcation” e por que turistas estão trocando as férias de julho. A busca por temperaturas mais amenas, destinos menos lotados e preços mais competitivos está mudando o calendário das férias na Europa e nos Estados Unidos.

ESPAÇO PARA FATURAR BILHÕES
O jogo virou para o Magazine Luiza (MGLU3)? Itaú BBA eleva recomendação para compra com alívio nos juros e crise na Casas Bahia (BHIA3). Depois da disparada de quase 60% em outubro, banco vê potencial de alta de 30,9% para as ações até o fim de 2027.

O PESO DA INADIMPLÊNCIA
Crise das Casas Bahia (BHIA3) pesa sobre o HSLG11: FII pede despejo após calote, e cotas caem mais de 4%. O fundo imobiliário possui concentração relevante em varejo, com destaque para as Casas Bahias e, em seguida, o Mercado Livre.

É HORA DE COMPRAR?
Próxima parada do Ibovespa: 220 mil pontos. A visão dos gestores sobre a bolsa depois do 2º turno das eleições. Bank of America fez um levantamento sobre o Ibovespa, o dólar e os juros daqui até o final do ano; saiba o que os gestores esperam.

RESTAURANTE AUSTRÍACO
14 anos sem carne, nem peixe: como o chef Paul Ivić transformou vegetais em alta gastronomia no Tian, em Viena. Visitamos o restaurante austríaco estrelado que construiu uma cozinha baseada em sazonalidade, fermentação, pequenos produtores.

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Fonte: Seu Dinheiro

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