Brasil se une a Lula para derrotar o fascismo e as milícias
Por Hora do Povo — Hora do Povo
De um lado, Lula, um estadista que quer desenvolver o Brasil e abrir um futuro radiante para a sua gente, e, de outro, um traidor da pátria afundado até o pescoço em bandidagem e escândalos de corrupção
Multidões estão comparecendo aos atos do presidente. O mundo cultural do país declarou em uníssono, num ato no Rio de Janeiro, seu repúdio ao fascismo e o apoio firme a Lula. Setecentos empresários atenderam ao chamado do presidente para abraçarem um novo plano ousado de crescimento econômico. É a esperança se renovando com força na população brasileira nesta reta final da campanha. É a decisão firme do país de enterrar o fascismo no Brasil.
Do outro lado, o que se vê são escândalos quase diários envolvendo Flávio Bolsonaro. Ele é cada vez mais associado a Daniel Vorcaro, o banqueiro que roubou R$ 60 bilhões no maior escândalo financeiro do país. Já não é somente o áudio em que Flávio aparece pedindo R$ 134 milhões ao ladrão, mas agora vem a público que ele viajava também no jatinho do banqueiro. Um vexame, afinal, foi ele que jurou de pés juntos que nunca tinha entrado num avião de Vorcaro. Isto só comprova o que todos já sabiam, que Flávio é um mentiroso contumaz.

E mais. Descobriu-se também nos últimos dias que a sede da empresa de Flávio Bolsonaro fica na mesma sala do Careca do INSS. É isso mesmo. A empresa de capacetes, Bravo Grafeno, de propriedade de Flávio Bolsonaro, tem sede na mesma sala 2601 de um edifício em Águas Claras, Brasília (DF), onde funcionam 16 firmas ligadas a Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
Como disse o presidente Lula, foram eles que criaram a quadrilha do INSS para roubar os aposentados brasileiros e fomos nós que prendemos esta quadrilha. O presidente destacou também que, além de prender os bandidos, o governo devolveu aos aposentados o dinheiro roubado pelos bolsonaristas.
O presidente lembrou ainda que o dono do Master, Daniel Vorcaro, virou banqueiro e se criou durante o governo Bolsonaro, mas foi preso no seu governo. “Eles criaram um banqueiro e eu o transformei num prisioneiro”, disse Lula, durante comício que reuniu cerca de 80 mil pessoas em Recife na sexta-feira (25).
Lula quer o fim da escala 6×1, com mais um dia de descanso para os trabalhadores e Flávio trabalhou contra o descanso aos sábados para quem trabalha a semana toda. Lula garantiu que em seu governo o salário mínimo terá aumentos maiores do que a inflação e os aposentados serão reajustados sempre com referência no aumento do salário mínimo.
Já o programa de Flávio, ao contrário, prevê o congelamento do salário mínimo, como fez Jair Bolsonaro, e a desvinculação dos reajustes das aposentadorias ao aumento do salário mínimo. Eles falam em nova reforma da Previdência – leia-se mais arrocho sobre aposentados – e fim das despesas obrigatórias com Saúde e Educação. Ou seja, o “tesouraço” que o bolsonarista promete na TV é contra o povo e a favor dos ricaços e dos americanos.
Sobre o vício mortal das bets, enquanto o presidente Lula decide corajosamente combater e acabar com a jogatina que foi introduzida e ampliada no Brasil durante os períodos Temer/Bolsonaro, se descobre que Flávio, além de defender a manutenção das bets, queria trazer cassinos físicos – de Las Vegas – para o Brasil (veja aqui).
As bets entraram diretamente nas casas dos brasileiros e nos celulares de jovens e adolescentes do país. Esta jogatina foi estimulada, enriqueceu os donos das bets e provocou o vício dos jogos na população brasileira. Este vício endividou uma parcela importante do povo pobre do país. Enquanto Lula decidiu combater firmemente esse crime, Flávio Bolsonaro reafirmou que apoia as apostas esportivas, ou seja, a jogatina.

Mas não ficou só nisso. Soube-se também, nos últimos dias, que Flávio mandou uma emenda parlamentar no valor de R$ 200 mil, de seu gabinete, para o miliciano Robson Calixto da Fonseca, conhecido como “Peixe”, que participou do assassinato de Marielle Franco. Ou seja, já se sabia das ligações de Flávio com as milícias na época de deputado estadual, mas, uma emenda do Senado para um miliciano assassino, só veio à tona agora.
Em suma. Flávio sempre teve vínculos com criminosos desde sempre. Mas, seus crimes mais recentes estavam sendo encobertos. Porém, graças à atuação firme de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que se insurgiram contra o acobertamento dos crimes de Flávio por parte de André Mendonça, a ficha corrida do candidato fascista veio a público e o país tomou ciência que Flávio é investigado pela Polícia Federal.
Além de suas ligações com milícias, o senador é, acima de tudo, um traidor da pátria e um bajulador de Donald Trump. Enquanto Lula discursa na ONU defendendo a soberania nacional, Flávio promete vender o Brasil a preço de banana. Enquanto Lula fala em nome de todo o Sul Global condenando a arrogância de Donald Trump e afirmando a autodeterminação dos povos, Flávio promete entregar as terras raras brasileiras ao presidente americano.
Enquanto Lula se afirma como um grande patriota, Flávio anuncia aos quatro cantos que quer colocar o Brasil na condição de quintal dos Estados Unidos, junto com outros capachos do continente. A decisão que os brasileiros vão tomar no próximo dia 4 de outubro é exatamente a escolha entre um Brasil soberano e desenvolvido com Lula ou um quintal dos EUA, como quer Flávio Bolsonaro.
Como disse o presidente Lula recentemente, ao criticar a traição nacional do bolsonarismo. “É hora de derrotar aqueles que dormem enrolados na bandeira dos Estados Unidos”. “Não podemos permitir que o nosso país seja envolvido por gente que durante o dia fala em patriotismo e de noite beija a bandeira dos EUA”, advertiu o presidente. “Aqui no Brasil a única bandeira que vai tremular sempre é a bandeira brasileira”, acrescentou Lula diante de uma multidão na Zona Leste de São Paulo neste sábado (26).
SÉRGIO CRUZ
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Fonte: Hora do Povo