As PMEs na disputa com gigantes no marketplace, o sobe e desce dos juros no Brasil e nos EUA e o que mais move os mercados

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Por Karin SalomãoSeu Dinheiro

O pequeno empreendedor não é tão pequeno assim: as PMEs representam mais de 95% de todos os negócios ativos no Brasil, 80% das vagas criadas e 26,5% do Produto Interno Bruto (PIB) empresarial, segundo dados do Sebrae.

Mas será que, com essa força toda, conseguem competir de igual para igual com grandes companhias?

O ambiente competitivo no marketplace já é difícil para gigantes do varejo: o Magazine Luiza costuma dizer que não irá sacrificar suas margens na luta por mais vendas.

Se nem uma empresa bilionária quer bancar essa disputa, como os negócios menores podem sobreviver?

E ficar de fora não é exatamente uma opção. Entre os clientes que compram online pelo menos uma vez por mês, marketplaces representam 71% das compras. Isso inclui plataformas como o argentino Mercado Livre, o chinês TikTok Shop, a cingapurense Shopee e a norte-americana Amazon.

Mas há inúmeras vantagens para os empreendedores em estar nesses shoppings virtuais. A repórter Giovanna Figueredo destaca quais os benefícios e os riscos para esses negócios e traz dicas para quem quer embarcar nessa.

Confira nesta matéria aqui.

Sobe e desce nos juros

O conflito no Oriente Médio e o aumento no preço do petróleo afetam todas as economias globais. Veja mais no Esquenta dos Mercados, logo abaixo, os últimos desdobramentos dessa crise.

Mas nem todos os países sofrem com as consequências de uma energia e combustíveis mais caros da mesma forma.

Nesta semana, dirigentes dos dois bancos centrais mais relevantes para o investidor brasileiro irão se reunir para decidir sobre as taxas de juros.

No Brasil e nos Estados Unidos, a inflação e a atividade econômica estão com rumos distintos. Consequentemente, a decisão sobre as taxas também deve ser diferente.

Entenda o que dizem os dados e qual a expectativa do mercado nesta coluna aqui, de Matheus Spiess.

Brasil vai quebrar? Entenda o que é risco fiscal e como as contas públicas afetam seus investimentos

O SD Explica te mostra como o aumento da dívida pública influencia os juros, o câmbio, as empresas e até o desempenho da bolsa.

Também explica por que o cenário fiscal não significa que o país esteja prestes a quebrar.

Entenda o que está por trás do risco fiscal e como ele pode afetar o seu bolso e as suas decisões de investimento no vídeo completo:

Esquenta dos mercados

Enquanto os investidores calibram as expectativas para a Super Quarta, quando os bancos centrais do Brasil e dos EUA decidirão os rumos das taxas de juros dos dois países, as atenções se voltam para o conflito no Oriente Médio.

Ainda sem sinais de que uma negociação pode sair do papel, os preços do petróleo seguem em ritmo de alta. A trajetória da commodity reforça os temores inflacionários e reduz o apetite por risco nos mercados internacionais.

As bolsas europeias amanhecem majoritariamente em queda hoje, enquanto os principais índices asiáticos também encerraram o pregão desta terça-feira (15) no vermelho.

Vale lembrar que o Banco Central da Inglaterra (BoE) e o Banco Central do Japão (BoJ) também se reúnem, na quarta e na sexta-feira, respectivamente, para decidir sobre a política monetária de cada país.

Em Wall Street, o clima é semelhante: os futuros de Nova York indicam um dia de perdas na região. Por lá, os investidores estão de olho na divulgação do índice Empire State de atividade industrial hoje.

A agenda desta terça-feira (15) tem como destaque a divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), com os dados das vendas do varejo restrito e ampliado no Brasil referente a julho.

No Brasil, as atenções estão voltadas para a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e os impactos na corrida eleitoral.

Uma sessão no plenário da Corte será realizada nesta manhã para decidir sobre a possível abertura de uma investigação sobre as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Além disso, saem hoje as pesquisas eleitorais dos institutos Indexa e MDA. A agenda econômica local conta ainda com dados de varejo no país.

Outros destaques do Seu Dinheiro

MEXENDO NA CARTEIRA
TRXF11 vai às compras de novo, e mercado torce o nariz: cotas caem após FII desembolsar R$ 340 milhões por ativos corporativos. O anúncio veio após o TRXF11 vender um imóvel locado ao Delboni Auriemo, localizado na Vila Mariana (SP), por R$ 77 milhões.

LCIs e LCAs
A crítica de André Esteves aos títulos isentos: ‘sou detentor, emito esses títulos, mas está simplesmente errado’. Títulos isentos de IR, como LCIs e LCAs, já custam bilhões ao governo; chairman do BTG Pactual defende rever benefícios e cortar gastos para ajustar as contas.

PARA ONDE VAI A BOLSA
BofA está otimista e tem nova projeção para a Selic; banco já elegeu suas ações preferidas para investir em cenário mais positivo para juros. Os analistas veem a Selic mais baixa até 2027 e indica as ações para em cenário de juros menores e para um ambiente mais defensivo.

SETE CHAVES?
O segredo da Vale (VALE3) não está mais tão bem guardado assim — e já aparece no preço da ação. A XP atualizou o modelo da mineradora; saiba se ainda vale a pena comprar ou se chegou a hora de se desfazer dos papéis.

DEU BOM DIA PARA A IA HOJE?
A IA vai dominar a humanidade: Sam Altman e Elon Musk se juntam ao rival da Anthropic em novo alerta; ações da Nvidia despencam. Na contramão, Trump pediu para “não matarem a galinha dos ovos de ouro” e acusou os críticos de alimentarem uma “conspiração doentia” que favorece a China.

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Fonte: Seu Dinheiro

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