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Julio Álvarez del Vayo, um dos principais líderes republicanos perseguidos pelo regime franquista, deixou a Espanha em 1949 com a esperança de que os Estados Unidos não permitiriam que o governo vendesse o país em troca de bases militares. Em suas memórias, intituladas ‘El último optimista’, publicadas em 1950, ele expressa sua crença na vitória do povo espanhol, ignorando o apoio que Washington ofereceu a Franco. Álvarez del Vayo, que corria risco de morte, fez uma incursão clandestina na Espanha para avaliar a situação política e social do país, acreditando que a desmoralização nas fileiras republicanas poderia ser revertida. Sua análise estava embasada na percepção de um novo resurgimento da resistência, apesar dos anos difíceis marcados pela repressão, corrupção e fome que afetaram a população entre 1939 e 1942.

Fonte: eldiario.es – eldiario.es

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