Anvisa proíbe propaganda de caneta emagrecedora Semavy

0

Por Douglas Matos — Carta Capital

Menu

A determinação da agência ocorreu após descumprimento da legislação sanitária

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a suspensão de qualquer propaganda do medicamento Semavy, uma caneta emagrecedora. A decisão foi publicada pela autarquia e vale para todos os canais de divulgação.

De acordo com a Anvisa, o produto é classificado com tarja vermelha ou preta, o que restringe sua publicidade. A legislação sanitária brasileira proíbe a propaganda de medicamentos sujeitos a prescrição médica em veículos de comunicação de massa , como televisão, rádio, internet e redes sociais.

Restrições legais

A norma que regula a publicidade de medicamentos no País estabelece que remédios com tarja vermelha ou preta só podem ser anunciados em publicações destinadas exclusivamente a profissionais de saúde. A medida busca evitar o estímulo ao uso indiscriminado dessas substâncias.

No caso do Semavy, a Anvisa identificou que a divulgação ocorria em canais não autorizados, o que motivou a proibição. A agência não detalhou quantas peças publicitárias foram encontradas nem os veículos utilizados.

Canetas emagrecedoras

Medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras ganharam popularidade nos últimos anos. Esses produtos são indicados para o tratamento de diabetes tipo 2 e, em alguns casos, para o controle da obesidade, sempre com acompanhamento médico.

A venda desses remédios exige receita de profissional habilitado. A automedicação pode provocar efeitos adversos, como náuseas, vômitos e complicações gastrointestinais .

A Anvisa orienta que consumidores verifiquem a regularidade de medicamentos antes de adquiri-los. A agência mantém um portal com a lista de produtos registrados e autorizados para comercialização no Brasil.

Com informações da Agência Brasil.


Radar Carta

Uma leitura rápida e direta dos acontecimentos que movimentam o Brasil e o mundo, com notas sobre política, economia, sociedade e outros temas em destaque. Reúne informações apuradas pela redação de CartaCapital e por agências de notícias parceiras

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.


Desenvolvido por OKN Technology Agency

Fonte: Carta Capital

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *