2º turno: candidatos ao governo do ES derrotados não decidiram quem vão apoiar

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Publicado em 05 de Outubro de 2026 às 17:20

Tiago Alencar

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Derrotados no primeiro turno das eleições deste ano, visando à disputa do governo do Espírito Santo, os ex-candidatos Helder Salomão (PT), Breno Barcelos (Missão) e Rafael Demuner (UP) ainda não definiram quem vão apoiar no segundo turno, marcado para 25 de outubro, entre Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB).


No primeiro turno, Pazolini terminou com 49,65% dos votos válidos, tendo um total de 1.048.633 votos, enquanto Ferraço ficou com 34,06% (719.397 votos). Já os três derrotados, juntos, somaram 344.141 votos.


Terceiro colocado na disputa pelo Palácio Anchieta, com 15,32% (323.483) dos votos válidos apurados no domingo (4), o deputado federal Helder Salomão afirma que a definição sobre seu posicionamento no segundo turno dependerá de conversas com a Federação Brasil da Esperança, da qual fazem parte PT, PV e PCdoB.


“Fui candidato pela Federação Brasil da Esperança. Então, antes, conversaremos com os dirigentes desses partidos. Após esse diálogo, vamos definir e anunciar qual será o nosso posicionamento no Espírito Santo. Não acho justo que eu, que represento um projeto coletivo, agora me manifeste individualmente”, disse Helder à reportagem de A Gazeta, logo após a divulgação do resultado das eleições do domingo (4).


Após concorrer ao posto de governador do Espírito Santo pelo Missão, Breno Barcelos também afirma que não há definição sobre quem terá seu apoio e o de seu partido no segundo turno. 


O agora ex-candidato terminou o primeiro turno como quarto colocado na disputa, após registrar 0,85% dos votos válidos  (17.988 votos). 

Em conversa com a reportagem na tarde desta segunda-feira (5), Breno ressalta não ter sido procurado pelos candidatos que seguem na disputa, para conversas sobre eventual pedido de votos na segunda rodada de votação.


“A gente ainda não decidiu quem apoiar. Não fomos procurados por nenhum dos dois candidatos. Vamos ouvir o perfil político de cada um deles e os feitos desses candidatos, porque estar há muito tempo na política não significa ser a melhor opção”, pontua Breno Barcelos.


O candidato da União Popular (UP), Rafael Demuner, segue o posicionamento dos outros dois derrotados no pleito. Ele afirma que a definição sobre quem receberá seu apoio ocorrerá somente após reunião com o partido.


O ex-candidato terminou a disputa pelo governo na última colocação, após receber 0,13% dos votos válidos (2.670 votos).

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