Erro de Lula: não aceitar o PCC e o CV como organizações terroristas prejudica o Brasil
Por Redação — Jornal Opção

Algumas indagações permanecem no ar. Alguns poucos cobram respostas, quem as tem faz ar de paisagem, a imprensa (ou pelo menos a maioria dela) ignora o assunto, e “toca o andor, que o santo é de barro”. Só podemos dizer: Pobre Brasil, com essa nossa elite.
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Roubo dos velhinhos do INSS
O “roubo dos velhinhos”, o escândalo dos descontos fraudulentos na folha de pagamento dos aposentados do INSS, além de estarrecer pela situação das vítimas (idosos, deficientes, enfermos etc.) também impressionou pelo volume: mais de 1,5 milhão de pessoas fraudadas, num montante superior a 6 bilhões de reais.
Um dos sindicatos responsáveis pelos roubos foi o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindinapi). Seu vice-presidente é José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão do presidente Lula da Silva, do PT. Alguém, em sã consciência acredita que o segundo dirigente mais importante desse sindicato desconhecia as fraudes?
Mas Frei Chico parece blindado. Não surge nas investigações, e a imprensa, antes tão interessada na descoberta de ilícitos, sequer toca em seu nome. Com os últimos escândalos envolvendo o STF, também Lulinha, o filho do presidente, que aparece no olho do furacão desses roubos, parece esquecido. Pela imprensa principalmente.
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Mala de dinheiro: cadê a mídia?
No mês passado, uma mala foi apreendida em um veículo blindado, em Belém do Pará. Continha 2,5 milhões de reais em dinheiro vivo. A imprensa noticiou o fato, inclusive duas prisões feitas e a suspeita de se tratar de dinheiro público desviado. Mas é desconcertante o silêncio dessa mesma imprensa sobre quem seriam os beneficiários da manobra, que parece indicar dinheiro transportado para compra de votos. A curiosidade jornalística anda tão seletiva…
A ex-presidente Dilma Rousseff — agora presidindo o New Development Bank (NDB), ou banco dos Brics — descobriu uma manobra para entregar dinheiro da entidade à Rússia de Vladimir Putin, o que significa financiar a guerra contra a Ucrânia
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Dilma, Brics e Putin
Surgiu apenas como notinhas de rodapé a notícia de que a ex-presidente Dilma Rousseff — agora presidindo o New Development Bank (NDB), ou banco dos Brics — descobriu uma manobra para entregar dinheiro da entidade à Rússia de Vladimir Putin, o que significa financiar a guerra contra a Ucrânia.

A Rússia havia sido suspensa dessa possibilidade desde 2022, quando empreendeu sua guerra de conquista sobre o país vizinho. Já era um absurdo colocar uma pessoa com as limitações mentais de Dilma num cargo de direção bancária. Sua aparição na TV em 2016 se atrapalhando toda para calcular o resultado de uma porcentagem composta, mostra isso de sobejo. Mas não houve protestos de nossa imprensa, já que se trata de uma “companheira”. Agora, esse absurdo de financiar Putin em plena guerra. Mais uma vez sob silêncio de quem deveria denunciar energicamente.
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Bolsa Família e o aposentado
Como se não bastasse o programa Bolsa Família ter perdido a finalidade, pois hoje não visa socorrer os verdadeiramente carentes, mas amealhar votos (mesmo incentivando a vadiagem e estiolando a economia), o governo Lula aumenta o valor do auxílio em 15%, a pouco mais de duas semanas das eleições, numa manobra visivelmente eleitoreira.
Com o agravante de custar aos cofres da Nação, já muito combalidos, cerca de 6 bilhões neste ano e 22 bilhões no ano que vem. Ressalte-se que para os aposentados do INSS que percebem aposentadorias de 1 salário-mínimo o reajuste foi de apenas 6%!
Salvo algumas notinhas aqui e ali, para salvar as aparências, e logo esquecidas, a “grande imprensa” se cala. O ministro Gilmar Mendes valida o aumento, em mandado de injunção do governo. As autoridades eleitorais, por sua vez, ignoram o assunto. E o Brasil que presta, que trabalha e paga impostos, sofre com tudo isso. Além do que já vem sofrendo.
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Senador Davi Alcolumbre
Em outubro de 2021, a revista “Veja” publicou um artigo, nunca desmentido, documentando ações abjetas do senador Davi Alcolumbre, que havia arregimentado meia dúzia de senhoras humildes da periferia de Brasília, as havia contratado por altos salários como assessoras de seu gabinete e vinha, há anos, se apropriando de cerca de 90% do salário delas. Já lá se vão cinco anos, ele se reelegeu presidente do Senado e o silêncio da grande imprensa é sepulcral.

Nem quando se candidatou à presidência, sucedendo Rodrigo Pacheco, o acontecido foi levantado pelos principais veículos da mídia. O STF, a quem cabe apurar fatos dessa natureza, também não age e se cala. Estranho e inadmissível, pois se trata de algo duplamente horroroso, pois as vítimas são todas pessoas humildes e se trata de fraude com dinheiro público. Por que o silêncio?
O número anual de homicídios, que era 14.000 em 1985, passou a 60.000 no governo Dilma Rousseff, graças a esse crescimento do crime organizado. Por que não há um coro orquestrado da grande imprensa por um combate ao narcotráfico?
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PCC e CV são terroristas
Muito provavelmente, o leitor não saberá dessa novidade: praticamente todos os países latino-americanos, seguindo os EUA, passaram a considerar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
Exceção, já esperada, foi o México, também em grande parte dominado pelo narcotráfico. O Brasil, graças à inércia do governo federal e em alguns episódios até a coisa pior que inércia, viu a gestação, em nosso território, de duas multinacionais do tráfico de drogas (hoje gigantes financeiros) que mantém sob domínio cerca de 20% da população.
O número anual de homicídios, que era 14.000 em 1985, passou a 60.000 no governo Dilma Rousseff, graças a esse crescimento do crime organizado. Por que não há um coro orquestrado da grande imprensa por um combate ao narcotráfico?
Por que não se difundem notícias como essa dos países vizinhos alertando para o terrorismo dos produtores, exportadores e distribuidores de drogas? Nesta mesma semana traficantes fortemente armados, no Rio de Janeiro, tomaram dois ônibus, repletos de estudantes, para usá-los como barricadas contra a polícia. Imagine o leitor o terror vivido por essas crianças. E pelos pais, que recebiam mensagens dos filhos pelos celulares. Mas os bandidos não são terroristas, segundo o governo. São apenas vítimas da sociedade.
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Fonte: Jornal Opção