A biodiversidade entrou no compliance
Com a aproximação da COP 17 da Convenção sobre Diversidade Biológica, que ocorrerá em Yerevan, na Armênia, em outubro de 2026, a biodiversidade passou a ser uma questão central na governança corporativa e na gestão de riscos, deixando de ser uma pauta secundária no contexto ESG. O foco principal está no Target 15 do Marco Global da Biodiversidade de Kunming-Montreal, que estabelece diretrizes para que grandes empresas e instituições financeiras monitorem e divulguem seus impactos sobre a biodiversidade, promovendo maior transparência nas operações e cadeias de suprimento. No Brasil, essa nova abordagem encontra respaldo na legislação existente, como o artigo 225 da Constituição e a Lei 6.938/1981, que já impõem responsabilidades em relação à preservação ambiental, além de normas recentes que incentivam a valoração dos serviços ecossistêmicos.
Fonte: JOTA