Dólar sobe a R$ 5,19 e Bolsa cai com petróleo em alta e política monetária

0

Por Felipe Rabioglio — ICL Notícias

ouça este conteúdo
00:00 / 00:00

1x

O dólar encerrou o dia em alta, cotado a R$ 5,19, renovando cotações máximas recentes em meio à cautela generalizada dos investidores. Na Bolsa de Valores, o Ibovespa engatou a segunda sessão consecutiva de queda e recuou 0,99%, fechando aos 184.965 pontos em um pregão marcado pela pressão externa e por importantes atualizações econômicas domésticas.

O cenário internacional continuou impactado pela disparada nos preços do petróleo, com os contratos do Brent superando a marca de US$ 106 por barril diante das incertezas persistentes sobre a reabertura de rotas marítimas no Oriente Médio. O encarecimento da energia, somado a indicadores fortes de atividade nos Estados Unidos, elevou os temores globais de inflação e juros altos. No Brasil, o foco esteve na divulgação do Relatório de Política Monetária pelo Banco Central, documento em que a instituição elevou a probabilidade de a inflação ultrapassar o teto da meta em 2026, além das falas do presidente do órgão, Gabriel Galípolo, sobre os próximos passos da taxa de juros e a atenção ao endividamento público.

O Ibovespa engatou a segunda sessão consecutiva de queda e recuou 0,99% em um pregão marcado pela pressão externa e por importantes atualizações econômicas domésticas (Foto: Reprodução)

Cenário macroeconômico e juros

A avaliação do Banco Central de que os riscos inflacionários exigem cautela reforçou a percepção de um cenário monetário desafiador, enquanto no câmbio a autarquia anunciou o cronograma para a rolagem de contratos futuros de swap cambial a partir de outubro.

Destaques corporativos

O noticiário empresarial trouxe transações bilionárias de grande impacto. O setor de educação superior movimentou o mercado com o anúncio da fusão de R$ 9 bilhões entre a Yduqs e a Afya para criar uma gigante na área de graduação e cursos de medicina. Na infraestrutura e no setor imobiliário, o Iguatemi acertou a venda de participações em cinco shoppings por quase R$ 876 milhões, enquanto a Vale obteve autorização judicial para retomar parcialmente as atividades na Mina de Fábrica, em Minas Gerais.


Evento Online


Evento Online


Informações em primeira mão! Siga o canal do ICL Notícias no WhatsApp


Acesso total a mais de 300 cursos, materiais e séries! Seja Membro ICL


Siga e acompanhe as atualizações do ICL Notícias também pelo Google News

bolsadólar

Relacionados


‘Não vamos mais usar o dólar em negócios com a China’, diz CEO da Chilli Beans

Marca brasileira

‘Não vamos mais usar o dólar em negócios com a China’, diz CEO da Chilli Beans

Empresa brasileira começou a pagar seus fornecedores chineses em renminbi


EXCLUSIVO: Megaoperações de R$ 1,22 bilhão em dólar ocorreram horas antes de adiamento do tarifaço

NOVO MOVIMENTO INCOMUM

EXCLUSIVO: Megaoperações de R$ 1,22 bilhão em dólar ocorreram horas antes de adiamento do tarifaço

Volume bilionário de contratos foi registrado pouco antes do anúncio da Casa Branca, destoando do padrão de outros pregões


Corretoras que movimentaram bilhões antes do tarifaço já enfrentaram sanções no Brasil e exterior

MOVIMENTO ATÍPICO

Corretoras que movimentaram bilhões antes do tarifaço já enfrentaram sanções no Brasil e exterior

BTG, BGC e Tullett Prebon foram intermediárias das transações bilionárias com dólar realizadas antes do tarifaço de Donald Trump

Carregar Comentários

Fonte: ICL Notícias

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *