Lula na ONU, soberania do Brasil e as disputas que redesenham o mundo
Por rosesilva — Fundação Perseu Abramo
O Janela Internacional edição 179 comenta o décimo discurso de Lula na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. Em seu editorial, o diretor de Cooperação internacional da Fundação Perseu Abramo, Valter Pomar, destaca que o presidente abriu com os cumprimentos de praxe, mas já “dando uma paulada”. “Disse que, ao longo de seus dois mandatos, o secretário-geral da ONU foi testemunha direta dos crescentes desmandos das superpotências e que este é o momento mais crítico das Nações Unidas. Fez referência direto ao flagelo da guerra”, pontuou.
Lula criticou o direito de veto que, segundo ele, seria um vício de origem da Carta da ONU, que conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez. É bom dizer que a grande potência que fez uso desse privilégio em praticamente todas as situações chama se Estados Unidos. Disse também que o ano de 2025 registrou o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial e citou, em um artigo publicado na imprensa, assinado por ele e por outras lideranças mundiais, os valores brutais gastos com guerra, com armas.
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Fonte: Fundação Perseu Abramo