Roubos, furtos e golpes precisam estar na mira dos candidatos
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Publicado em 18 de Setembro de 2026 às 06:57
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As pesquisas de opinião seguem mostrando a criminalidade e a violência como as maiores preocupações dos brasileiros, e essa sensação de insegurança tem relação direta com os crimes patrimoniais, aqueles que, por ocorrerem em situações do cotidiano, acabam tendo impacto na qualidade de vida das pessoas.
Afinal, um assalto à mão armada pode ter a morte como desfecho, só para ficar no exemplo mais dramático entre os crimes que contribuem para disseminar o medo. E, embora os latrocínios no Espírito Santo sejam responsáveis por 1,80% das mortes violentas neste ano de 2026, a população tem o direito de se sentir mais protegida do que está. Até setembro deste ano, foram 10 latrocínios, ante 19 no mesmo período em 2025.
Esse temor não é infundado: uma pesquisa do F órum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Datafolha, divulgada em maio passado, mostrou os crimes que mais causam temor nos brasileiros: ser roubado à mão armada ( 82,3%) e ser morto durante um assalto (80,7%) ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
Mas não é só nas ruas que o medo se impõe: no ano passado, os golpes eletrônicos tiveram um crescimento de 19,5% no Espírito Santo, impulsionando o tradicional estelionato, modalidade que há cinco anos encabeça o ranking dos crimes patrimoniais no Estado, superando roubos e furtos. E foi justamente “s er vítima de um golpe e perder dinheiro pela internet ou celular” ( 83,2%) o maior medo citado pelos brasileiros na pesquisa.
E isso também é insegurança: golpes e fraudes
digitais causam apreensão na população por resultar em prejuízo financeiro. Perdas que podem ser consideráveis, provocando um rombo no orçamento das famílias. O risco de ser a próxima vítimas gera intranquilidade.
Nesse cenário, quando falam de suas estratégias na segurança pública, os candidatos aos cargos em disputa nesta eleição devem obrigatoriamente considerar as propostas para combater esses crimes. Seja pela via legislativa, com senadores e deputados federais reagindo com leis mais eficientes para combatê-los, seja com a execução pelo governo de políticas públicas que visem garantir mais segurança nas ruas e mais eficiência investigativa no ambiente digital.
As dinâmicas desses crimes estão sempre mudando, e quem está na vida pública deve se manter antenado para propor as melhores estratégias para um enfrentamento com eficiência.
Com menos crimes patrimoniais, o ambiente urbano se torna mais propício à circulação de pessoas e, consequentemente, ao estudo, ao trabalho. ao empreendedorismo e ao lazer. Segurança é a porta aberta para uma vida melhor para todos.
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