Queda de helicóptero nos Estados Unidos deixa três mortos durante cobertura jornalística
Por Guilherme Levorato — Brasil 247
247 – Três pessoas morreram em uma tragédia aérea registrada no sul da Califórnia, nos Estados Unidos, após a queda de um helicóptero que realizava a cobertura jornalística de um acidente. A repórter Eliana Moreno e o piloto George Marciniw foram formalmente identificados entre as vítimas do acidente.
A aeronave prestava serviços de transmissão para as emissoras NBC4 Los Angeles e Telemundo 52 no momento do sinistro. De acordo com informações repassadas pela NBC News, o helicóptero caiu em um estacionamento localizado nas proximidades de um centro de armazenamento e ficou completamente destruído com a força do impacto no solo.
A confirmação da perda do veículo ocorreu de forma dramática durante a programação ao vivo da emissora. A apresentadora da NBC Colleen Williams explicou ao público que a central de jornalismo perdeu completamente o contato com os profissionais que estavam no ar momentos antes de receberem a confirmação definitiva sobre o acidente. A morte dos integrantes da equipe foi posteriormente confirmada pela Telemundo.
A jornalista Eliana Moreno possuía vasta trajetória na cobertura comunitária da região, sendo graduada em jornalismo televisivo e ciência política pela Universidade Chapman. Ela atuava na equipe de helicópteros da empresa Angel City Air desde o ano de 2010 e já havia desempenhado a função de repórter em diversos outros veículos de imprensa do sul da Califórnia. O piloto George Marciniw, criado na mesma região, voava em parceria profissional com Moreno desde 2023.
Em nota conjunta oficial, a NBC4 e a Telemundo 52 lamentaram publicamente o falecimento dos profissionais e das demais vítimas da tragédia. “Estendemos nossas mais sinceras condolências às famílias, amigos e colegas daqueles que perderam suas vidas”, destacou o comunicado das emissoras.
As causas exatas da queda do helicóptero permanecem desconhecidas até o momento. As circunstâncias do acidente serão apuradas por meio de investigações conduzidas pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (NTSB) e pela Administração Federal de Aviação (FAA).
Fonte: Brasil 247