Taxas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado seguem em queda histórica no governo Lula
Por Guilherme Levorato — Brasil 247
247 – A taxa de desmatamento registrada no último mês é a segunda mais baixa de toda a série histórica do sistema Deter, iniciada em 2018. Na Amazônia, mesmo com a alta verificada pontualmente no período, o índice alcançado é o segundo menor de toda a década para o mês, perdendo apenas para o desempenho registrado em setembro de 2025.
Os índices de desmatamento caíram no Cerrado e subiram na Amazônia em setembro. A área sob alerta na Amazônia foi de 350 km² no mês passado, o que representa uma alta de 9% em relação aos 327 km² registrados no mesmo mês em 2025. Já no Cerrado, o índice do último mês foi de 253 km², uma queda de 30% na comparação com os 360 km² perdidos em setembro do ano passado.
O resultado do levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) demonstra uma trajetória sustentada de redução na perda de vegetação nativa comandada pelo governo do presidente Lula (PT), com avanços expressivos observados sobretudo na região Norte do país. Para efeito de comparação, em 2022 — último ano da gestão de Jair Bolsonaro (PL) —, a Amazônia perdeu 8.590 km² de cobertura vegetal entre os meses de janeiro e setembro, volume mais de três vezes superior ao patamar apurado no período atual.
Especialistas e ambientalistas afirmam que a diminuição acentuada da destruição ambiental nos últimos quatro anos se deve diretamente à retomada de políticas públicas estratégicas encabeçadas por Marina Silva (Rede) à frente do Ministério do Meio Ambiente e da Mudança Climática. Entre as medidas de maior destaque do governo estão o fortalecimento dos planos de controle do desmate, a recomposição de quadros de pessoal e do orçamento dos órgãos ambientais de fiscalização, além da aplicação rigorosa de restrições financeiras e de crédito a desmatadores.
Fonte: Brasil 247