Rose defende cassação de ministros do STF e reforma do Judiciário
A Gazeta
A crise no Supremo Tribunal Federal (STF), que está pautando a campanha eleitoral, é reprovável na avaliação da ex-senadora Rose de Freitas (MDB), candidata ao Senado Federal. Diante dos episódios recentes, ela defende a cassação de ministros da Corte e a reforma do Judiciário.
Esse é um papel que caberá ao Congresso Nacional. Diante dessa prerrogativa, afirmou, durante sabatina promovida por A Gazeta e CBN Vitória nesta quinta-feira (17), que, se for eleita, não vai fugir do compromisso de votar pelo impeachment, caso sejam comprovadas as irregularidades que estão sendo apresentadas no STF.
“A sociedade está abismada, e eu não vou me furtar a votar diante dos fatos”, reiterou a candidata, acrescentando que a reforma já deveria ter ocorrido.

Fernando Madeira
Ainda na esfera política nacional, Rose declarou que deverá dar o seu apoio a Ronaldo Caiado (PSD) para a Presidência da República no primeiro turno. Questionada sobre o voto no segundo turno, cujas pesquisas indicam Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) como prováveis concorrentes, a emedebista preferiu não se antecipar. “Vou pensar!”
Por aqui, Rose admitiu ter ficado chateada com o presidente estadual do PSB, Alberto Gavini, que liberou os filiados do partido a votar em Fabiano Contarato (PT) como segunda opção de escolha para o Senado, considerando que o primeiro voto é para o candidato da própria legenda, Renato Casagrande (PSB). A indignação de Rose deve-se ao fato de os socialistas estarem na mesma coligação do MDB e, portanto, a indicação de segundo voto deveria ter sido para ela.
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Fonte: A Gazeta