Rose declara voto em Caiado e evita escolher entre Lula e Flávio em eventual 2º turno
A Gazeta

Fernando Madeira
O MDB da ex-senadora Rose de Freitas está neutro na corrida pela Presidência da República, não apoia nenhum candidato ao Palácio do Planalto, mas os filiados à sigla são livres para se manifestar.
Nesta quinta-feira (17), a ex-senadora Rose de Freitas, que disputa o Senado mais uma vez em 2026, fez sua escolha.
Durante sabatina realizada por A Gazeta e Rádio CBN Vitória, ela afirmou que pretende votar em Ronaldo Caiado (PSD).
“Quem me perguntou isso foi minha filha, em quem eu iria votar”.
Hoje, eu votaria em Caiado
Rose de Freitas (MDB) Candidata ao Senado
“O Lula disse que os melhores candidatos são os do PT. Eu tenho certeza que no MDB tem muitos bons candidatos. Em outros partidos, como no PSB, tem. Eu experimentei a sensação da contradição. Os melhores candidatos são aqueles que se postam ao lado das teses, fundamentos e posições que interessam à população brasileira”, justificou Rose.
O PSD, no Espírito Santo, não está na coligação de Rose. O partido lançou, de forma independente (sem coligação), o deputado estadual Sérgio Meneguelli como candidato ao Senado e não endossa, oficialmente, nenhum nome ao Palácio Anchieta.
> Quer receber as publicações da coluna Letícia Gonçalves em primeira mão pelo WhatsApp? Clique aqui
Rose, na sabatina, também foi questionada sobre como se posicionaria num eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Aí ela ficou em cima do muro.
“Eu não quero que isso influencie a posição do voto em relação à nossa disputa. Eu digo que não vou anular voto nem votar em branco. Mas tenho o direito de pensar também”.
CENTRO
Ideológica e politicamente, a ex-senadora definiu-se como uma pessoa de centro. Isso condiz com a postura do próprio MDB.
“Sou uma pessoa de centro. Sempre demonstrei isso. Jamais pensar em regime autoritário. Eu sofri na minha pele o regime autoritário. Prezo pela democracia plena”.
Mais colunas de Letícia Gonçalves
“CasaRato”: Contarato apoia Casagrande e espera reciprocidade
Fonte: A Gazeta