Rosatom da Rússia prevê mais atrasos na usina nuclear da Hungria, mostram documentos

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Former Hungarian Prime Minister Viktor Orban of the FIDESZ party holds a press conference in front of the party headquarters, on July 22, 2026 in Budapest, one day after prosecutors had launched a raid on the FIDESZ party's data servers. On July 21, 2026 The Fidesz party of Hungary's nationalist ex-leader Viktor Orban, which was swept from power in elections in April, said on that prosecutors had launched a raid on its data servers. Since ending Orban's hardline 16-year-long rule, the new Prime Minister's new pro-European conservative government has rushed to loosen the self-styled "illiberal" leader's lingering grip on the central European country. (Photo by Attila KISBENEDEK / AFP via Getty Images)

A construção da usina nuclear Paks II, projetada pela Rússia e localizada na Hungria, enfrentará um atraso de pelo menos dois anos, conforme revelam documentos internos obtidos pela POLITICO. O novo cronograma de construção da Rosatom, empresa russa responsável pelo projeto, prevê que a conclusão ocorra apenas no final de dezembro de 2034, em contraste com a data anterior de 2032. Este atraso se soma a uma série de problemas que têm afetado o projeto desde sua aprovação em 2014, sob a liderança do ex-primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán e do presidente russo Vladimir Putin. A Paks II é considerada essencial para o futuro da matriz energética da Hungria, pois ampliará a capacidade da usina nuclear existente, que atualmente fornece quase metade da eletricidade do país e está prevista para ser desativada entre 2032 e 2037. No entanto, a conexão do projeto com a Rússia gerou controvérsias, e o novo primeiro-ministro húngaro, Péter Magyar, já iniciou uma revisão do projeto.

Fonte: China – POLITICO

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