Real Time Big Data no Acre: Mailza Assis e Alan Rick empatam na liderança

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Por Guilherme LevoratoBrasil 247

247 – A atual governadora do Acre, Mailza Assis (PP), e o candidato Alan Rick (Republicanos) aparecem empatados dentro da margem de erro na disputa pelo comando do Palácio Rio Branco, informa levantamento da Real Time Big Data divulgado nesta segunda-feira (21). A pesquisa também testou cenários para o segundo turno, para o Senado Federal e para a Presidência da República no estado.

No levantamento estimulado de primeiro turno para o governo estadual, Mailza Assis lidera numericamente com 36% das intenções de voto, seguida de perto por Alan Rick, que registra 33%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos encontram-se em situação de empate técnico.

Mailza Assis disputa a reeleição e conta com a coligação de seis legendas no estado, além do apoio do senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). O terceiro colocado na disputa é Tião Bocalom (PSDB), com 15%, seguido por Thor Dantas (PSB), apoiado pelo presidente Lula (PT), que figura em quarto lugar com 9%. Os candidatos Dr. Luisinho (Agir) e Eudo Raffael (PCB) não pontuaram no levantamento. Votos brancos e nulos somam 4%, enquanto 3% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

Nas simulações de segundo turno para o governo do Acre, Mailza Assis mantém vantagem numérica nos confrontos diretos. Em uma disputa contra Alan Rick, a atual governadora aparece com 45% contra 42% do adversário, com 7% de brancos/nulos e 6% de indecisos. Contra Tião Bocalom, Mailza atinge 53% das intenções de voto, enquanto o tucano registra 28% (brancos e nulos somam 9% e indecisos, 10%). Em um cenário entre Alan Rick e Tião Bocalom, o candidato do Republicanos vence com 54% contra 29% de Bocalom, registrando 9% de brancos e nulos e 10% de indecisos.

Disputa presidencial e corrida ao Senado

O levantamento do instituto Real Time Big Data também aferiu a preferência do eleitorado acreano para a corrida presencial. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) lidera no estado com 53% das intenções de voto, abrindo uma vantagem de 24 pontos percentuais sobre o presidente Lula, que aparece com 29%. Em seguida surgem Augusto Cury (Avante), com 5%; Renan Santos (Missão), com 3%; e Ronaldo Caiado (PSD), com 2%. Outros candidatos somam 2%, enquanto brancos e nulos chegam a 3% e indecisos representam 3%.

No cenário de segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula testado no Acre, o candidato do PL obtém 61% das intenções de voto, ante 32% do atual chefe do Executivo federal. Brancos e nulos somam 4%, e 3% não souberam ou não responderam.

Para as duas vagas ao Senado Federal, o cenário consolidado (soma do primeiro e do segundo voto) indica liderança de Gladson Cameli (PP), com 24%, e Marcio Bittar (PL), com 21%, configurando empate técnico na margem de erro. Em terceiro lugar aparecem empatados Jorge Viana (PT), com 15%, e Mara Rocha (Republicanos), também com 15%. A sequência traz Eduardo Velloso (SD), com 6%; Petecão (PSD), com 5%; Professor Inácio Moreira (Psol), com 4%; e Dr. Junior Feitosa (DC), com 1%. Brancos e nulos somam 4%, e 5% não responderam.

Ao analisar os votos de forma isolada, Cameli é o preferido na primeira opção do eleitor, com 34%, seguido por Jorge Viana (20%), Marcio Bittar (17%), Mara Rocha (13%), Eduardo Velloso (5%), Petecão (5%), Professor Inácio Moreira (1%) e Dr. Junior Feitosa (1%). Brancos e nulos são 2%, mesmo percentual dos indecisos.

Na segunda opção de voto para o Senado, Marcio Bittar lidera com 25%, seguido por Mara Rocha (17%), Gladson Cameli (15%), Jorge Viana (11%), Professor Inácio Moreira (6%), Eduardo Velloso (6%), Petecão (5%) e Dr. Junior Feitosa (1%). Brancos e nulos chegam a 6%, e indecisos representam 8%.

A pesquisa Real Time Big Data foi realizada entre os dias 16 e 19 de setembro com 1.600 entrevistados. O levantamento conta com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01620/2026.

Fonte: Brasil 247

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