Rafael Aviña: Nós, as taquígrafas: o outro feminismo

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A Cineteca Xoco deu início a um ciclo de cinema no dia 1º de setembro, apresentando o filme “Muchachas de uniforme” (Alfredo B. Crevenna, 1950). A obra narra a intensa história de amor entre uma jovem órfã e sua professora em um rígido internato feminino. O ciclo, que traz três filmes que retratam a vida de mulheres na década de 1950, destaca obras que, embora dirigidas por homens, foram escritas por mulheres. Essas narrativas protofeministas se distanciam das tramas predominantemente masculinas da época, que frequentemente exaltavam o machismo, propondo novas formas de emancipação feminina dentro do contexto cinematográfico e social.

Fonte: La Jornada

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