Os receptadores de vazamentos perderam o osso com pelanca jogado nas redações
Recentemente, a dinâmica de vazamentos seletivos que envolviam a Polícia Federal e a grande imprensa sofreu uma mudança significativa. A decisão de André Mendonça, que retirou o sigilo de um relatório contra Alexandre de Moraes, resultou na interrupção dos vazamentos que antes alimentavam as redações, especialmente do Globo. Desde então, a cobertura sobre a crise no Supremo Tribunal Federal se tornou monótona, com os principais jornais apresentando conteúdos repetitivos e sem investigação aprofundada. A falta de novas informações e a ausência de apurações próprias evidenciam uma crise no jornalismo tradicional, que agora se vê sem os insumos que antes sustentavam suas narrativas.
Fonte: Brasil 247