Os ataques aos trabalhadores humanitários em Ceuta obrigam alguns a se retirar por segurança

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Manifestación en contra de los migrantes en Ceuta

Policías durante una manifestación para protestar por la situación provocada por su llegada masiva, a 27 de agosto de 2026, en Ceuta (España). Los manifestantes han tratado de impedir el acceso de los voluntarios de Cruz Roja que reparten bolsas de comida a los migrantes en la playa del Trampolín y han provocado disturbios en la playa de Benítez de Cueta, que se han saldado con cargas policiales, tras introducirse en los asentamientos de migrantes que pernoctan en la zona y causar destrozos, incluido la quema de enseres. Marcos Moreno / Europa Press 28/8/2026

Organizações humanitárias em Ceuta relatam um aumento da violência e intimidações que têm levado algumas delas a suspender a assistência a migrantes na cidade. Chadi Boukhari, coordenador do grupo Border Resistance, afirmou que a segurança de sua equipe e dos beneficiários é prioridade, e que alguns voluntários já começaram a voltar à Península devido ao crescente clima de insegurança. Ele denunciou ameaças e episódios de violência contra ativistas, ressaltando que a resistência é possível apenas com o apoio das autoridades, mas não diante de grupos extremistas.

Recentemente, a tensão culminou em protestos em que manifestantes tentaram impedir a entrada de um caminhão da Cruz Vermelha, acusando a organização de ser uma ‘máfia’. Além disso, durante esses atos, ocorreram destruições e incêndios em pertences de migrantes em áreas informais. A situação em Ceuta, marcada por episódios de violência, não é nova e tem se intensificado nas últimas semanas, colocando em risco a vida e o trabalho dos que atuam na assistência humanitária.

Fonte: eldiario.es – eldiario.es

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