O próximo pesadelo da OTAN: A eleição presidencial francesa
NEW YORK - SEPTEMBER 23: President of the French Republic Nicolas Sarkozy departs after addressing the 64th General Assembly at United Nations Headquarters on September 23, 2009 in New York City. Over 120 heads of state will converge in New York for the 64th session of the United Nations' General Assembly over the next seven days. (Photo by Jeff Zelevansky/Getty Images)
A OTAN está se preparando para a possibilidade real de que o próximo presidente da França possa comprometer a aliança. Com cerca de 50% dos eleitores franceses apoiando candidatos que criticam a OTAN, a situação se torna preocupante. Marine Le Pen, do partido de extrema-direita Reunião Nacional, deseja retirar Paris do comando integrado da aliança, enquanto Jean-Luc Mélenchon, da esquerda radical, também se manifestou a favor de abandonar a organização. Essa possível retirada da França, única potência nuclear da União Europeia, poderia impactar negativamente as operações da OTAN, especialmente em locais como Romênia e Estônia, e prejudicar a coordenação militar entre os 32 membros. O contexto se torna ainda mais crítico com a redução da presença militar dos EUA na Europa, o que aumenta a necessidade de que países europeus, incluindo a França, assumam mais responsabilidades em defesa.
Fonte: War in Ukraine – POLITICO