Nunes Marques, Fachin e Andrei acompanham apuração das eleições na sede do TSE
Por Maiara Marinho — Carta Capital
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Presidente · BR
5,50% apurado
Neste momento, os presidentes encontram-se reunidos com os demais ministros do TSE
Os presidentes do Tribunal Superior Eleitoral Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, e do Superior Tribunal de Justiça Luis Felipe Salomão, acompanharão a apuração do resultado eleitoral do primeiro turno na sede da Corte Eleitoral.
Também acompanharão a apuração dos votos o corregedor-geral da Justiça Eleitoral Ricardo Villas Bôas Cueva, além de outros ministros do STJ, bem como o presidente do Conselho Federal da OAB Beto Simonetti e presidente da Associação de Juízes Federais Ana Lya Gama Ferreira. Os ministros do STF, Luiz Fux e André Mendonça, também participam do encontro.
Os votantes aptos puderam depositar seus votos nos candidatos aos cargos de Deputado Federal, Deputado Estadual/Distrital, Senadores, Governador e Presidente a partir das 8 horas. Às 17 horas, as urnas foram fechadas. Até o momento, menos de 2% dos votos já foram apurados.
Mais cedo, o presidente do TSE negou qualquer tentativa de interferência nas eleições pelos Estados Unidos, embora a Polícia Federal tenha aberto um procedimento para dar início às investigações.
A base da denúncia é uma reportagem veiculada em setembro pelo jornal britânico The Guardian, intitulada “Governo Trump desvia recursos destinados aos direitos humanos para promover uma agenda de extrema direita no exterior”.
As eleições ocorrem em meio a uma crise sem precedentes nas instituições brasileiras. Nas semanas que antecederam o primeiro turno, citações a ministros do STF no caso do Banco Master fragilizaram as relações entre os magistrados da Suprema Corte e do TSE, que resultou em uma guerras de ofícios de um ministro contra outro.
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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Fonte: Carta Capital