Nas eleições 2026, Maguinha Malta não vai além da sombra do pai

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A Gazeta

Sabatina com Maguinha Malta, candidata ao Senado pelo PL

Maguinha Malta (PL), candidata ao Senado, em sabatina realizada por A Gazeta e CBN Vitória
Fernando Madeira
Estreante nas urnas, Maguinha Malta (PL) disputa uma vaga no Senado pelo Espírito Santo ancorada na imagem do senador Magno Malta, presidente estadual do PL.
Em sabatina realizada por A Gazeta e pela CBN Vitória, na última sexta-feira (18), Maguinha mostrou que, realmente, não vai além da sombra do pai. 
Não que os dois sejam exatamente iguais. A semelhança física e o alinhamento dos discursos são fatos. Maguinha apenas não apresentou uma oratória tão virulenta ou agressiva quanto a daquele que chama de “professor”.
A candidata não conseguiu citar nenhum exemplo de posicionamento divergente que teria em relação ao senador do PL. Se Magno votar “sim” a um projeto no Senado, muito provavelmente Maguinha também o fará. Se ele votar “não”, a replicação é quase certa.
Votar em Maguinha é como votar em um outro Magno. 

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Isso é um ponto crítico para a campanha da candidata do PL, considerando que a rejeição ao senador no estado é alta. Mas é também a principal estratégia em curso.
Não à toa, o slogan de Maguinha é “Em 2026, é Malta e Bolsonaro outra vez”.
De acordo com a última pesquisa Quaest contratada pela TV Gazeta, publicada em 27 de agosto, Maguinha está tecnicamente empatada, em segundo lugar, com outros cinco nomes.

Quem lidera isoladamente é o ex-governador Renato Casagrande (PSB), com 28%. 
Em seguida aparecem Sérgio Meneguelli (PSD), com 10% das intenções de voto;  Fabiano Contarato (PT) e Rose de Freitas (MDB), ambos com 9%; Maguinha, com 6%; Evair de Melo (Republicanos), com 5%, e Marcos do Val (Avante), com 4%.

À exceção de Contarato e Rose, que são de esquerda e de centro, respectivamente, a corrida está bem embolada entre candidatos de direita e centro-direita.
Mais abaixo na tabela deste campeonato ainda há Rodney Miranda (PRTB), com 2%; Leonardo Monjardim (Novo) e Callegari (DC), com 1% cada um.
Pragmaticamente falando, para se destacar desse bloco, um candidato ou candidata precisa expandir as intenções de voto pra fora da própria bolha.

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Fonte: A Gazeta

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