Miss desclassificada por gravidez já sabia da gestação antes do concurso, aponta laudo
A destituição de Lara Marina Soares Tosta do título de Miss Brasil Supranational 2026 gerou polêmica, com versões conflitantes entre a participante e a organização do concurso. Enquanto Lara afirma que não tinha conhecimento de sua gravidez, um laudo médico revela que ela já estava grávida de sete semanas antes de sua viagem à Polônia, onde competiu em julho. A organização do Concurso Nacional de Beleza (CNB) alegou que a miss descumpriu obrigações contratuais, ao não informar sobre a gestação antes da competição, e que a decisão de destituição não foi uma punição pela maternidade, mas pela falta de comunicação e outras questões relacionadas à sua participação.
Fonte: OGlobo