Messias vê ação da PF para desgastá-lo e poupar Gonet na crise do Caso Master
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião para sabatinar indicados ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), Defensoria Pública da União (DPU), e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em pronunciamento, à mesa, indicado para exercer o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (MSF 7/2026), Jorge Rodrigo Araújo Messias. Foto: Carlos Moura/Agência Senado
A tensão entre a Polícia Federal e a Advocacia-Geral da União (AGU) se intensificou com as cobranças direcionadas ao ministro Jorge Messias. Ele acredita que está sendo responsabilizado por decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, que impactaram investigações da PF, especialmente as que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Messias e seus aliados defendem que a responsabilidade pelo controle externo da PF é da Procuradoria-Geral da República (PGR), não da AGU, e questionam a pressão que vem sendo exercida sobre o órgão. A situação se agrava em um momento crítico para as instituições, com a PF insatisfeita com intervenções judiciais e a AGU reafirmando seus limites de atuação.
Fonte: Brasil 247