Marlaska, no olho do furacão de Ceuta
A crise em Ceuta ganha cada vez mais complexidade política, refletindo tensões que vão além da imigração irregular e das relações entre Espanha e Marrocos. Desde o dia 30 de julho, a situação se agravou, impactando também os laços com países como Estados Unidos, Rússia e Israel, além de provocar uma reação negativa da Itália sob a liderança de Giorgia Meloni. Internamente, surgiram divergências no governo espanhol, especialmente entre a ministra da Defesa, Margarita Robles, e o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska. Recentemente, o presidente Pedro Sánchez declarou que o Rei visitaria Ceuta assim que as condições permitissem, o que implica um reconhecimento de que, no momento, essas condições não estão presentes. A oposição, por sua vez, tem utilizado a situação em Ceuta como um ponto de ataque contra o governo.
Fonte: Portada