Fiat prepara carro elétrico compacto que pode se chamar Koala
Por Tiago Souza — Carta Capital
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Modelo deve compartilhar plataforma com a nova Citroën 2 CV e chegar ao mercado europeu entre 2028 e 2029
A Fiat trabalha no desenvolvimento de um novo carro elétrico de pequeno porte para o segmento de entrada na Europa. O projeto está em estágio avançado e pode ser apresentado já em 2027, segundo informações publicadas pelo site italiano alVolante. A montadora ainda não confirmou o nome definitivo nem as especificações técnicas do veículo.
Entre as hipóteses consideradas está a denominação Koala, marca registrada pela Fiat em 1980 e nunca utilizada em um modelo de série. A confirmação de que o projeto avança foi dada por François Leboine, responsável pelo design da marca, em entrevista à revista britânica Autocar durante o Salão de Paris, realizado em outubro. O carro não foi exibido no evento, que deu espaço à apresentação da nova Citroën 2 CV, com a qual dividirá a base técnica.
O futuro modelo integrará a família de carros elétricos compactos da Stellantis, desenvolvida sobre a plataforma dedicada às chamadas E-Car. A arquitetura será a mesma da nova Citroën 2 CV, prevista para chegar à versão de série em 2028. A estratégia prevê reduzir custos por meio do compartilhamento de componentes, mantendo identidade estilística própria para cada marca.
O projeto se insere no debate sobre uma possível nova categoria europeia de veículos elétricos inspirada, em parte, nas kei cars japonesas. As regras, ainda em definição, buscam estimular a produção de elétricos de dimensões reduzidas, com comprimento inferior a 4,2 metros e preços mais acessíveis que os dos atuais modelos a bateria.
Segundo a publicação, o novo elétrico pode ter cerca de 3,7 metros de comprimento e deve acompanhar a Pandina com motor a combustão, sem necessariamente substituí-la. A Fiat pretende manter uma opção de preço de entrada acessível para quem ainda não migrou para a mobilidade elétrica.
No aspecto visual, o modelo pode incorporar elementos da Grande Panda, como formas quadradas e proporções robustas, mas não será uma releitura moderna de gerações antigas da city car. Leboine descartou uma abordagem retrô e afirmou que o projeto seguirá caminho estilístico diferente do adotado pela Citroën para a 2 CV.
Não há indicações oficiais sobre potência, capacidade da bateria, autonomia ou preço. A proposta do veículo é tornar o carro elétrico mais acessível, com dimensões adequadas ao uso urbano e custo de aquisição compatível com o segmento A.
*Conteúdo produzido com auxílio de IA sob a supervisão de um profissional do CartaLab.
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Fonte: Carta Capital