Fatos, provas e incompatibilidade cronológica no ‘falso coletivo’
O debate sobre saúde suplementar no Brasil tem sido marcado por discussões sobre a tese do “falso coletivo”, que argumenta que contratos com microempresas e pequenas empresas seriam, na verdade, contratos individuais disfarçados. Essa teoria sugere que esses acordos foram feitos para evitar as regulamentações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No entanto, uma análise das evidências documentais e do contexto de mercado revela que essa narrativa não se sustenta. Apesar de as grandes operadoras terem reduzido a oferta de planos individuais devido a restrições regulatórias, essa modalidade ainda está disponível através de operadoras regionais e cooperativas médicas. Assim, a escolha por contratos coletivos PME reflete uma decisão consciente e vantajosa dos consumidores, que buscam condições mais favoráveis.
Fonte: JOTA