Estabelecimento da Alemanha tem um plano para conter a extrema direita. Mais ou menos.

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AfD Campaigns In Dessau-Rosslau

DESSAU-ROSSLAU, GERMANY - AUGUST 19: People, including a couple wearing pro-AfD t-shirts that read: "Let's write history!", listen to Ulrich Siegmund, lead candidate of the far-right Alternative for Germany (AfD), campaign prior to state elections in Saxony-Anhalt on August 19, 2026 in Dessau-Rosslau, Germany. Siegmund, a charismatic candidate with broad appeal in the state, has helped propel the AfD to 43% in state polls, far ahead of other parties. The AfD could possibly win with a majority in the state parliament and form a state government, which would be a first for the party. Saxony-Anhalt will hold elections on September 6. (Photo by Sean Gallup/Getty Images)

A política alemã enfrenta um momento crítico com a ascensão do político de extrema direita Ulrich Siegmund, que pode se tornar o primeiro premier do partido Alternativa para a Alemanha (AfD) na Saxônia-Anhalt, caso vença as eleições no dia 6 de setembro. Essa possibilidade representa um marco histórico, pois a AfD tem sido excluída dos governos federal e estaduais desde sua fundação em 2013. A vitória de Siegmund não apenas desafiaria a ordem liberal estabelecida na Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, mas também exigiria uma nova abordagem do governo federal e dos outros partidos em relação a um estado governado por uma legenda considerada uma ameaça à democracia. Diante desse cenário, as respostas dos líderes políticos e das instituições sobre como lidar com essa nova realidade têm sido evasivas.

Fonte: POLITICOPolitics » POLITICO

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