Em números, o que Ricardo precisa para poder virar o jogo no 2º turno

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A Gazeta

Debate CBN e A Gazeta com os candidatos ao governo do ES, Lorenzo Pazolini, Helder Salomão e Ricardo Ferraço

Ricardo Ferraço durante debate realizado por A Gazeta e CBN no primeiro turno das eleições de 2026
Fernando Madeira
O ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) foi o candidato mais votado ao governo do Espírito Santo no primeiro turno. Abriu 15,59 pontos percentuais de vantagem sobre o governador Ricardo Ferraço (MDB).
Como o emedebista liderou as intenções de voto durante quase toda a campanha, o resultado das urnas no domingo (4) foi um grande banho de água fria. 
Ricardo pode virar o jogo na segunda etapa do pleito, marcada para 25 de outubro. Só que a empreitada é árdua.
Pazolini recebeu 1.048.633 votos no primeiro turno e Ricardo, 719.397. A distância que os separa, portanto, é de 329.236 votos.
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Se todos os votos dados a Pazolini no primeiro turno se repetirem no segundo e o ex-prefeito não conquistar mais nenhum eleitor, Ricardo vai precisar de ao menos mais 329.237 votos para vencer.
Isso, claro, também se o governador não perder nenhum voto entre um turno e outro.

329.236

É a quantidade de votos a mais que Pazolini recebeu em comparação a Ricardo

PETISTAS SÃO PEÇAS-CHAVE
O terceiro colocado na corrida pelo Palácio Anchieta foi o deputado federal Helder Salomão (PT), escolhido por 323.483 eleitores.
Os simpatizantes do petista serão peças-chave na segunda etapa da eleição.
Mesmo se todos eles decidissem votar em Ricardo, porém, isso não seria suficiente para uma virada.
Faltariam 5.754 votos.

O emedebista poderia buscar essa diferença entre os que optaram pelos nanicos Breno Barcelos (Missão) e Rafael Demuner (UP). Eles receberam 17.988 e 2.670 votos respectivamente.
Há ainda a possibilidade de que pessoas que não votaram no primeiro turno compareçam às urnas no dia 25. E escolham Ricardo.
Notem que são muitas variáveis, muitos “se”.

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Na escola Ilha Novo Mundo, o candidato chegou na escola por volta das 8h30 da manhã.

Com a máquina na mão e o apoio de Casagrande, por que Ricardo ficou para trás?

Fonte: A Gazeta

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