Eleições 2026: quem fiscaliza o poder também precisa ser fiscalizado

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As eleições não devem se limitar a discutir candidatos e promessas, mas também a questionar as estruturas do Estado que permanecem inalteradas, mesmo diante de privilégios e denúncias. Em Mato Grosso do Sul, investigações recentes envolvendo órgãos responsáveis pela fiscalização revelam uma contradição: aqueles que ocupam posições-chave no Estado podem estar envolvidos em suspeitas graves. O modelo atual, que permite que conselheiros do Tribunal de Contas sejam indicados politicamente, levanta questionamentos sobre a independência dessas instituições. Para garantir uma fiscalização efetiva, é essencial que a escolha de conselheiros priorize critérios técnicos e éticos, além de considerar a implementação de mandatos com prazo determinado.

Fonte: Campo Grande News – Conteúdo de Verdade

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