El Correo Ilustrado
A recente exposição França-México gerou reações mistas, incluindo interesse, surpresa e desapontamento. O evento, que conta com a curadoria de Philippe Ollé-Laprune e Conrado Tostado, levanta questões sobre os critérios de seleção dos curadores e a inclusão de figuras relevantes. Um nome notável que não foi mencionado é o de Laurette Séjourné, uma francesa que fugiu do fascismo em 1941 e teve um papel ativo entre os surrealistas, além de ser editora da Ciné Liberté de Cartier-Bresson e parceira de Víctor Serge.
Fonte: La Jornada