Edinho projeta PT com mais de 80 deputados e maioria do ‘campo democrático’ no Senado
Por Rodrigo Chagas — Brasil de Fato
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O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou, nesta sexta-feira (2), que acredita que o partido pode eleger mais de 80 deputados federais nas eleições de domingo (4). O dirigente também projetou crescimento da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, e disse estar confiante em uma maioria do que chamou de “campo democrático” no Senado.
“Eu vou chutar aqui, vocês vão me cobrar, mas eu estou calculando que a gente possa passar de 80 parlamentares”, afirmou Edinho durante coletiva com jornalistas em São Paulo.
Na eleição de 2022, o PT elegeu 69 deputados federais; já a Federação Brasil da Esperança elegeu 81. Segundo Edinho, o grupo pode conquistar cerca de 20 cadeiras a mais nesta eleição.
O presidente do PT afirmou ainda acreditar que a legenda estará entre as que mais ampliarão suas bancadas na Câmara. Todas as 513 cadeiras de deputado federal estarão em disputa neste domingo.
No Senado, Edinho disse enxergar diversas candidaturas competitivas do PT, mas ressaltou que o partido também abriu mão de lançar nomes próprios em alguns estados para apoiar aliados. Segundo ele, a estratégia faz parte da tentativa de ampliar a representação de partidos que integram o campo político comum.
“Nós temos muitas candidaturas viáveis ao Senado que eu acho que a gente cresce. Mas nós temos muitas alianças”, afirmou.
Neste ano, estão em disputa 54 das 81 cadeiras do Senado, duas por estado e pelo Distrito Federal. A eleição, portanto, renovará dois terços da Casa.
Edinho afirmou que a direção do PT considera as alianças necessárias diante do crescimento da direita e disse esperar que o resultado permita aos partidos que classifica como parte do “campo democrático” conquistarem a maioria das cadeiras em disputa.
“O campo democrático, eu estou muito confiante de que faça a maioria do Senado. Eu estou muito confiante”, afirmou.
Segundo ele, o PT fez alianças em diferentes estados, mesmo em situações nas quais poderia lançar candidaturas próprias. “Para enfrentar essa quadra histórica, nós temos que fazer alianças com o campo democrático.”
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Fonte: Brasil de Fato