A discussão sobre a dívida e o déficit na França ganha destaque com a aproximação do orçamento de 2027 e da campanha presidencial. Economistas como Anne-Laure Delatte e Xavier Ragot, além da deputada Aurélie Trouvé, debatem alternativas ao discurso predominante que defende cortes no modelo social francês. Enquanto o governo busca economizar entre 20 e 30 bilhões de euros, a narrativa de que “não há alternativa” à redução de gastos é questionada, sugerindo que existem outras opções para lidar com as questões econômicas atuais.

Fonte: Mediapart

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