Cinco caminhos para o futuro da agricultura na Amazônia

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A expansão agropecuária na Amazônia brasileira tem se sustentado por uma lógica que prioriza a abertura de novas áreas, ignorando a possibilidade de melhorar a produtividade nas terras já desmatadas. Um estudo do projeto Amazônia 2030 revela que existem 86 milhões de hectares desmatados que podem suportar o crescimento da produção agropecuária até 2030, desde que sejam utilizadas de forma mais eficiente. Além disso, 28 milhões de hectares de pastagens degradadas têm potencial para cultivo agrícola, indicando que a verdadeira questão não é a falta de espaço, mas sim a necessidade de melhores incentivos e gestão. A pesquisa também destaca que, em regiões como Mato Grosso e Tocantins, a combinação de insumos adequados e assistência técnica permite que culturas como soja e milho atinjam produtividades comparáveis às de áreas agrícolas consolidadas.

Fonte: umsoplaneta

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