Ceuta volta a testar o acordo de retorno de menores com Marrocos: “Não é uma autorização de devolução”

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Continúa la crisis humanitaria en Ceuta

Varios inmigrantes en una playa, a 21 de agosto de 2026, en Ceuta (España). Ceuta sigue afrontando una grave crisis humanitaria después de la histórica entrada masiva de más de 70.000 migrantes a nado por el Tarajal durante los días 30 y 31 del pasado mes de julio. Aunque actualmente el despliegue policial y el refuerzo de la frontera por parte de las autoridades marroquíes han conseguido frenar las entradas, la ciudad autónoma sigue enfrentando una grave crisis humanitaria, sanitaria y de seguridad. Marcos Moreno / Europa Press 21 AGOSTO 2026;PLAYA;TRAMPOLÍN;MIGRANTES;INMIGRANTES; 21/8/2026

A situação de menores não acompanhados em Ceuta voltou a ser tema de debate, especialmente após a entrada de milhares de pessoas, incluindo crianças, vindas de Marrocos nos dias 30 e 31 de julho. Atualmente, 2.168 crianças estão identificadas na cidade autônoma, muitas delas sem abrigo e sem acesso a cuidados adequados. O secretário de Estado de Juventude e Infância, Rubén Pérez Correa, destacou a urgência de acolher esses menores, que deveriam estar sob proteção.

O acordo de cooperação entre Espanha e Marrocos, assinado em 2007 e em vigor desde 2012, visa a proteção e o retorno de menores não acompanhados, mas não resultou em nenhuma repatriação efetiva até hoje. Desde a sua implementação, o governo espanhol reconheceu que não houve retorno de menores marroquinos, e obstáculos legais e administrativos têm dificultado a identificação e o acolhimento adequado dessas crianças.

Fonte: eldiario.es – eldiario.es

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