Caixa libera dinheiro do antigo fundo PIS/Pasep; veja como sacar
Por Agência Brasil — Carta Capital
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O pedido para liberação do saque pode ser feito até setembro de 2028
Empregados com carteira assinada e servidores públicos que trabalharam de 1971 a 1988 e estão na fila para sacar as cotas do antigo fundo Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) podem reaver o valor.
A Caixa Econômica Federal começou a pagar nesta sexta-feira 25 um novo lote de valores esquecidos.
Nesta rodada, recebem aqueles que pediram o ressarcimento até 31 de agosto. O valor médio pago varia de R$ 2,8 mil a R$ 2,9 mil, dependendo do tempo de trabalho e do salário da época.
Podem sacar os valores:
O benefício não tem relação com o abono salarial atual do PIS/Pasep, pago anualmente. Trata-se de cotas de um fundo antigo, extinto em 2020.
A consulta é feita pelo portal Repis Cidadão, com login via conta Gov.br nos níveis prata e ouro.
Passo a passo:
Também é possível consultar pelo aplicativo do FGTS.
O pedido pode ser feito de duas formas:
Pelo aplicativo FGTS:
O pagamento é feito por crédito em conta. Quem não tiver conta na Caixa receberá automaticamente uma poupança social digital, movimentada pelo app Caixa Tem.
Herdeiros também podem solicitar o valor, desde que apresentem:
O pagamento depende da data em que o pedido foi feito. Veja os próximos lotes:
Criado na década de 1970, o fundo reunia recursos para complementar a renda de trabalhadores e servidores. Em 1988, ele foi substituído pelo modelo atual de abono salarial.
Os valores não sacados foram transferidos em 2020 para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, depois, ao Tesouro Nacional. Agora, o governo permite o resgate mediante pedido.
O pedido pode ser feito até setembro de 2028. Após esse prazo, os valores serão incorporados definitivamente ao Tesouro, sem possibilidade de saque.
A Caixa oferece atendimento pelos seguintes canais:
A orientação é verificar quanto antes se há valores disponíveis para evitar perder o prazo.
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Fonte: Carta Capital