Bets notificam clubes do Brasileirão e podem romper contratos em caso de proibição do Governo Federal
Por Esporte News Mundo — Carta Capital
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Clubes do Brasileirão foram notificados por algumas casas de apostas para a possibilidade de rescisão de contrato
Clubes do Brasileirão foram notificados por algumas casas de apostas para a possibilidade de rescisão de contrato em meio ao debate sobre a proibição do setor pelo Governo Federal. A informação foi publicada por Rodrigo Mattos. As bets temem a proibição ou a restrição de jogos online e de apostas esportivas, diante da Medida Provisória que tem sido preparada pelo Governo. Além disso, o presidente Lula tem adotado discurso contra as bets.
Segundo Rodrigo Mattos, a Superbet, patrocinadora de São Paulo e Fluminense, fez uma notificação sobre a possibilidade de rescisão de contrato caso ocorra o veto ao setor de apostas esportivas. Os clubes, no entanto, não confirmaram se receberam o aviso.
Já a Esportes da Sorte, patrocinadora máster do Corinthians e de outros clubes do Brasileirão, enviou uma notificação na qual alerta para a possibilidade de romper o acordo.
A Betano, patrocinadora máster do Flamengo e dona do maior acordo de patrocínio máster entre os times do Brasileirão, não fez notificação ao clube, segundo a apuração. Porém, a bet já informou à diretoria Rubro-Negra e explicou que as mudanças em contrato serão baseadas no texto da Medida Provisória, com diversos cenários. O mais grave seria a proibição geral das apostas, que geraria a rescisão contratual.
As casas de apostas apontam como certa a rescisão de todos os contratos com clubes caso a Medida Provisória seja confirmada. Mesmo quem não tem a previsão de romper os acordos de forma imediata podem conseguir a rescisão via processo judicial.
Atualmente, 13 dos 20 clubes do Brasileirão Série A têm bets como patrocinadoras máster em seus uniformes. Na última quinta-feira (17), vários clubes fizeram um manifesto conjunto em que alertam para o que eles descreveram como “fim do futebol brasileiro” a possibilidade de Medida Provisória do Governo Federal.
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Fonte: Carta Capital