Aumentos de penas e crimes: o paradoxo do feminicídio no RS

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Em setembro de 2026, o Rio Grande do Sul registrou mais de 40 assassinatos de mulheres, evidenciando a gravidade da violência de gênero na região. Embora a legislação tenha evoluído com a criação do feminicídio como um crime autônomo e o aumento das penas, os índices de violência não apresentaram a diminuição esperada. O cenário atual, que contabiliza 52 mortes de mulheres, demonstra que o problema é complexo e não se resolve apenas com endurecimento das penas. A eficácia das leis depende de uma abordagem mais ampla, que vá além da punição e envolva medidas de proteção e prevenção contra a violência.

Fonte: Consultor Jurídico

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